Couro ruim é que chama ferrão de ponta
A respeito da violência em Grande sertão: veredas
Bibliographic Data
| ID | 4928383 |
|---|---|
| Authors | João Pedro Bellas (0000-0002-2982-6661, Universidade Federal Fluminense), Júlio França (0000-0002-6293-8235, Universidade do Estado do Rio de Janeiro) |
| Year | 2020 |
| Pages | 296-306 |
| Publication date | 2020-03-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | PragMATIZES - Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2237-1508 • E-ISSN: 2237-1508 |
| Publisher | Pro Reitoria de Pesquisa, Pos Graduacao e Inovacao - UFF (PUBLISHER) |
| DOI | 10.22409/pragmatizes.v10i18.38867 |
| OpenAlex | W3012488805 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
O presente artigo propõe uma leitura de Grande sertão: veredas (1956), de Guimarães Rosa, sob a perspectiva das "poéticas do mal". Partimos de observações e descrições feitas em um artigo anterior, em que demonstrávamos ser o medo um elemento temático e estrutural fundamental no romance rosiano. Dando continuidade a essa abordagem, nossa proposta é considerar especificamente a violência, tanto em sua dimensão temática quanto em sua função formal na narrativa. A hipótese a ser desenvolvida é que a violência também se configura como um elemento essencial da história de Riobaldo, não possuindo em si mesma um valor positivo ou negativo, uma vez que surge ora como um produto dos receios experimentados pelo protagonista, ora como um meio de conciliar e superar os seus temores
Art · Humanities · Brazilian cultural history and politics · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism
| Highly cited | No |
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