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Análise da temperatura de superfície em ambientes urbanos

Um estudo por meio do sensoriamento remoto na cidade de Porto Velho/RO (1985-2011)

Bibliographic Data

ID4928602
AuthorsGraziela Tosini Tejas (0000-0001-8515-9050, Universidade Federal de Rondônia), Dorisvalder Dia Nunes (0000-0003-4560-5444, Universidade Federal de Rondônia), Dorisvalder Dias Nunes, Reginaldo Martins Da Silva De Souza (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia), Ana Cristina Strava Corrêa (0000-0003-0239-0420), Michel Watanabe (0000-0002-0982-8862, Universidad Internacional De La Rioja)
Year2017
Volume32
Publication date2017-01-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueConfins (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1958-9212 • E-ISSN: 1958-9212
PublisherOpenEdition (PUBLISHER)
DOI10.4000/confins.12191
OpenAlexW2760389352
LanguagePT
Citations received1
References cited9

O clima urbano é um fenômeno decorrente do sítio urbano, uma vez que a modificação no uso e na ocupação da terra interfere nesse clima, promovendo as chamadas ilhas de calor. Neste trabalho, a área de estudo escolhida foi a mancha urbana da cidade de Porto Velho, capital de Rondônia. O objetivo foi analisar a distribuição espacial da temperatura de superfície terrestre e a densidade de vegetação para os anos de 1985 a 2011, utilizando dados do sensor TM da série Landsat-5, processados no software SPRING versão 5.1.8, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O método utilizado foi fundamentado na teoria de Clima Urbano, desenvolvida por Monteiro (1976), a partir da compreensão das regiões de interpretação do clima de ambientes urbanos: transformação e produção. A partir do índice de vegetação (NDVI) foi observada a redução de cobertura vegetal que se expandiu a partir da zona central, em 1985, para outras regiões do perímetro urbano, em 2011. A retirada da vegetação é o resultado do processo de urbanização desordenado cujo modelo praticado em toda a Amazônia Ocidental se reproduziu em Porto Velho-RO. A diminuição da vegetação favoreceu o aumento da temperatura de superfície, promovendo as ilhas de calor difusas por toda área de estudo, configurando-se, assim, em "arquipélagos de calor". Portanto, pode-se afirmar que a retirada da vegetação influenciou no aumento da temperatura de superfície, apresentando, entre 1995 e 2011, uma amplitude de 10°C e caracterizando-se como um dos agentes modificadores do clima urbano, ao passo que sua manutenção e/ou adensamento propiciou a formação das ilhas de frescor

Land Use and Ecosystem Services · Urban Green Space and Health · Urban Heat Island Mitigation

  • Fuzzy inference algorithm for quantifying thermal comfort in peri-urban environments

    Open Access•Rodrigo Couto Santos, Ricardo Baréa et al.•Environment Development and…•2024

  • Summary of current radiometric calibration coefficients for Landsat MSS, TM, ETM+, and EO-1 ALI sensors

    Open Access•Gyanesh Chander, Brian L Markham et al.•Remote Sensing of Environment•2009

  • Amazônia

    Open Access•Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Müller•Amazônia•2008

  • Políticas Territoriais e Mobilidade Populacional na Amazônia

    Open Access•Maria Madalena De A Cavalcante, Dorisvalder Dia Nunes et al.•Confins•2011

  • A criação de áreas protegidas e os limites da conservação ambiental em Rondônia

    Open Access•Marcos A Pedlowski, Marcos Pedlowski et al.•Ambiente & sociedade•1999

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Highly citedNo
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