Progressive Constructions in Brazilian Portuguese and English
Bibliographic Data
| ID | 4934137 |
|---|---|
| Authors | Ana Cláudia Pinto Bastos (University of Connecticut, corresponding author) |
| Year | 2004 |
| Volume | 63 |
| Publication date | 2004-08-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Letras (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0100-0888 • E-ISSN: 2236-0999 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/rel.v63i0.18556 |
| OpenAlex | W2021815062 |
| Language | EN |
| References cited | 1 |
Esse artigo discute diferenças no licenciamento de construções progressivas em português brasileiro (PB) e inglês. Minha proposta central é que a variação translingüística pode ser explicada por um único requerimento universal: o operador de progressivo (no sentido de Landman, 1992) deve ter escopo sobre algum elemento que possua o traço [+ stage]. Stage, sob este ponto de vista, é um traço semântico relacionado à propriedade de "ser dinâmico em um intervalo de tempo". Os dados discutidos neste artigo mostram que o significado básico das classes verbais e o significado das construções progressivas é o mesmo em PB e inglês. A variação translingüística é explicada a partir das propriedades específicas dos verbos auxiliares usados em construções progressivas; em outras palavras, o verbo auxiliar em PB possui o traço [+ stage], mas o verbo auxiliar em inglês não o possui
Brazilian Portuguese · Humanities · Linguistics · Portuguese · Linguistic Variation and Morphology · Philosophy · Syntax, Semantics, Linguistic Variation
| Highly cited | No |
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