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O artificialismo teatral e crítico de Jean Renoir em A carruagem de ouro

Bibliographic Data

ID4938430
AuthorsCláudia Cardoso Mesquita (0000-0003-1983-0963, Universidade Federal de Minas Gerais), Cícero Pedro Leão De Almeida Oliveira (0000-0002-1853-4989, Universidade Federal de Minas Gerais)
Year2020
Issue44
Pages100-114
Publication date2020-08-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueGaláxia (São Paulo (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1519-311X • E-ISSN: 1982-2553
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/1982-25532020244985
OpenAlexW3040805922
SCIELO_PIDS1982-25532020000200100
LanguagePT
References cited3

O artigo investiga o filme A carruagem de ouro (1952), dirigido por Jean Renoir, buscando identificar como as escolhas estilísticas e dramatúrgicas do diretor configuram um artificialismo teatral. A partir da análise da mise-en-scène e da dramaturgia da obra, abordamos como tal artificialismo resulta em uma perspectiva lúdica e incisiva sobre as relações sociais. O aspecto teatral do trabalho é analisado a partir de elementos formais que são mais comuns no teatro (como a frontalidade dos rostos, a desnaturalização e o aprisionamento dos espaços) ou em um cinema considerado "teatral" (como as entradas e saídas laterais), preservados pelo estilo de Renoir

Art · Humanities · Arts and Performance Studies · Cinema and Media Studies · History, Culture, and Society

  • Jean Renoir

    William Gilcher, Leo Braudy et al.•Cinema Journal•1974

  • Jean Renoir's Return to France

    Janet Bergstrom•Poetics Today•1996

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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