O filme curto na democracia brasileira
Bibliographic Data
| ID | 4942502 |
|---|---|
| Authors | Paula Cristina Maia (0000-0001-8082-1770, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 22 |
| Issue | 2 |
| Pages | 203-223 |
| Publication date | 2020-08-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Alea Estudos Neolatinos (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1517-106X • E-ISSN: 1807-0299 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1517-106x/2020222203223 |
| OpenAlex | W3092327724 |
| SciELO | S1517-106X2020000200203 |
| Language | PT |
Trata-se de um balanço do cinema independente no período de construção da democracia no Brasil, 1985 a 2016. Um recorte temporal com filmes que retratam um projeto democrático de emergência de identidades apagadas no cinema nacional. O lugar do negro, das mulheres, dos pobres assumiu um estatuto tensionado nesse novo contexto. O dia em que Dorival encarou a guarda, de Jorge Furtado (1986), por exemplo, narra a estratégia e perspicácia de um detento negro para tomar uma ducha, depois de dez dias preso na solitária por ordem ninguém sabe de quem. Kbela, Yasmim Thainá (2015), por outro lado, é um filme de mulher negra e de origem humilde. A narrativa mostra a transformação de cinco mulheres que superam o preconceito racial descobrindo a própria identidade, a cor, a cultura, a ancestralidade. Entre os dois filmes, é possível identificar uma trajetória que transforma a figuração da liberdade de ação
Art · Art history · Humanities · Movie theater · Brazilian cultural history and politics · Gender, Sexuality, and Education · Youth, Politics, and Society
| Highly cited | No |
|---|