Guerra à guerra. Violência e anticolonialismo nas oposições ao Estado Novo1
Bibliographic Data
| ID | 4958640 |
|---|---|
| Authors | Miguel Cardina (0000-0001-5428-457X, corresponding author) |
| Year | 2010 |
| Issue | 88 |
| Pages | 207-231 |
| Publication date | 2010-03-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista crítica de ciências sociais/Revista crítica de ciências sociais (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0254-1106 • E-ISSN: 2182-7435 |
| Publisher | OpenEdition (PUBLISHER) |
| DOI | 10.4000/rccs.1743 |
| OpenAlex | W2140139567 |
| Language | PT |
| Citations received | 7 |
| References cited | 5 |
Durante a década de sessenta, numa altura em que o mundo ia assistindo à consolidação triunfante dos independentismos anticoloniais, a ditadura portuguesa persistia em manter o seu domínio ultramarino. Apesar de limitados nos seus direitos de expressão e associação, alguns sectores da sociedade foram construindo um horizonte de intervenção fortemente crítico do colonialismo do regime. Este texto pretende caracterizar a prática e o discurso de uma destas áreas, no caso a pulverizada corrente maoísta, contextualizando previamente a ideia de violência nas leituras sobre os "longos anos sessenta" e a especificidade do maoísmo emergente nesse tempo
Social change, protest and participation in Greece, Portugal and Spain
How many nations are we able to imagine
Quantas nações somos capazes de imaginar
Circulação, apropriação e actualidade das ideias contra a Guerra Colonial
A melancolia de Ísis. O despertar da crítica ao colonialismo no pensamento intersticial do jovem Eduardo Lourenço
I wanted to carry out the revolution
Literatura e cultura
| Citations per year | 0.64 |
|---|---|
| Citation span | 2015 - 2025 (11) |
| Highly cited | No |