Os conceitos de justo e injusto em Aristóteles
Entre EN V,1 e EN V,9
Datos Bibliográficos
| ID | 5019201 |
|---|---|
| Autores | Mateus De Campos Baldin (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, autor de correspondencia) |
| Año | 2013 |
| Volumen | 10 |
| Número | 1 |
| Fecha de publicación | 2013-05-27 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | DoisPontos (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1807-3883 • E-ISSN: 2179-7412 |
| Editorial | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/dp.v10i1.32156 |
| OpenAlex | W1992372789 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 1 |
Alguns autores de Filosofia do Direito, em especial Michel Villey, tentaram apresentar o que pensavam ser a teoria aristotélica da justiça, fundamentando a partir dela suas próprias teorias. Para Villey, em específico, "o direito" seria a correta tradução do grego τὸ δίκαιον. Defender com base em Aristóteles uma concepção de justo que recuse elementos subjetivos de uma teoria da ação é um erro. E esse erro parece estar em ignorar uma redefinição de τὸ δίκαιον feita por Aristóteles no Capítulo 9 do Livro V da Ética Nicomaqueia. Ali, Aristóteles acrescenta às condições objetivas do justo e do injusto (EN V,1-7) algumas condições subjetivas referentes àquele que sofre a ação. Somente após entendermos essas condições seremos capazes de entender corretamente a teoria aristotélica da justiça. Como Villey e outros autores as ignoram, eles erram ao interpretar Aristóteles e utilizá-lo para fundamentar suas próprias ideias
Humanities · Brazilian Legal Issues · Law, Economics, and Judicial Systems · Legal and Constitutional Studies · Philosophy
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |