"O eterno fascismo italiano" e a resistência dos romances de Ignazio Silone, Carlo Levi e Vasco Pratolini
Bibliographic Data
| ID | 5146591 |
|---|---|
| Authors | Gabriela Kvacek Betella (0000-0003-2977-132X, Universidade Estadual Paulista (Unesp), corresponding author) |
| Year | 2016 |
| Volume | 17 |
| Issue | 32 |
| Pages | 22-49 |
| Publication date | 2016-06-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Topoi (Rio de Janeiro (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1518-3319 • E-ISSN: 2237-101X |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/2237-101x0173203 |
| OpenAlex | W2464796845 |
| SCIELO_PID | S2237-101X2016000100022 |
| Language | IT |
| References cited | 3 |
Silone, Levi e Pratolini são escritores especialmente citados pela postura antifascista na atividade política e na atitude literária. Três de suas principais narrativas representam experiências de contato com as desigualdades agravadas durante o regime, além de retratarem aspectos nefastos no comportamento autoritário dos representantes do Estado fascista. Publicados antes e depois da Segunda Guerra, com enredos cobrindo períodos que vão dos anos de 1920 aos de 1930, Fontamara (1933), Cristo si è fermato a Eboli (1945) e Cronache di poveri amanti (1947) compõem quadros camponeses e urbanos comprometidos com a população esquecida do sul do país e com as pessoas amedrontadas em plena irrupção do terror. Há uma tarefa intelectual de revirar o passado para explicar o presente, estabelecer uma posição, defender a verdade e oferecer uma solução estética para a expressão dela. Os filmes baseados nos romances, aos quais dedicamos uma breve digressão, deram continuidade à proposta e conseguiram problematizar as visões sobre os anos que se seguiram ao fascismo
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |