A questão estatismo hegeliano segundo Eric Weil
Bibliographic Data
| ID | 5147281 |
|---|---|
| Authors | Daniel Benevides Soares (0000-0001-7275-9217, Universidade Federal do Ceará, corresponding author) |
| Year | 2013 |
| Volume | 7 |
| Issue | 1 |
| Pages | 92-102 |
| Publication date | 2013-06-14 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Griot Revista de Filosofia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2178-1036 • E-ISSN: 2178-1036 |
| Publisher | Griot Revista de Filosofia (PUBLISHER) |
| DOI | 10.31977/grirfi.v7i1.547 |
| OpenAlex | W2887261560 |
| Language | PT |
A visão de Hegel como um pensador conservador não é um fenômeno isolado. Para alguns críticos, Hegel é comumente considerado um apologeta do Estado prussiano e um filósofo daquilo que comumente se denomina estatismo. Eric Weil, contudo, não considera essa definição como condizente com uma retratação fiel do filósofo alemão, assemelhando-se mais a uma caricatura. Nesse sentido, Weil defende uma leitura do pensamento político hegeliano que põe em xeque essa visão, fazendo uma crítica da crítica que, tal como Kant é o rigorista moral, ou Platão é o filósofo das Idéias, coloca Hegel como o filósofo do estatismo e para quem o indivíduo é nada e o Estado é tudo. Para determinar até que ponto essa perspectiva possui lastro, Weil advoga em favor de uma análise do pensamento político de Hegel, inquirindo sobre a real dimensão que o Estado possui no seio desse pensamento. É dessa maneira que é possível delimitar até que ponto esse retrato comumente traçado de Hegel corresponde com a realidade
Epistemology · Hegelianism · Humanities · Physics · Critical Theory and Philosophy · Philosophy · Psychoanalysis, Philosophy, and Politics
| Highly cited | No |
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