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Mortalidade perinatal no Brasil em 2018

Análise epidemiológica segundo a classificação de Wiggleworth modificada

Bibliographic Data

ID5166768
AuthorsAglaer Alves Da Nobrega (0000-0003-2939-5002, Ministério da Saúde, Brazil), Yluska Myrna Meneses Brandão E Mendes (0000-0002-6165-6930, Ministério da Saúde, Brazil), Marina Jorge De Miranda (0000-0002-0056-7731, Ministério da Saúde, Brazil), Augusto César Cardoso Dos Santos (0000-0002-1499-9105, Ministério da Saúde, Brazil), Andréa De Paula Lobo (0000-0002-7801-9866, Ministério da Saúde, Brazil), Denise Lopes Porto (0000-0002-1995-4715, Ministério da Saúde, Brazil), Giovanny Vinícius Araújo De França (0000-0002-7530-2017, Ministério da Saúde, Brazil)
Year2022
Volume38
Issue1
Pagese00003121-e00003121
Publication date2022-01-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueCadernos de Saude Publica (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/0102-311x00003121
PMID35043879
OpenAlexW4206179278
SCIELO_PIDS0102-311X2022000105013
LanguagePT
Citations received7
References cited20

A mortalidade perinatal engloba a mortalidade fetal e a neonatal precoce (0 a 6 dias). Este estudo descreveu os óbitos perinatais ocorridos no Brasil em 2018, segundo a classificação de Wigglesworth modificada. As fontes de dados foram os Sistemas de Informações sobre Mortalidade e sobre Nascidos Vivos. Foram calculadas as taxas de mortalidade fetal e perinatal por mil nascimentos totais (nascidos vivos mais natimortos) e a taxa de mortalidade neonatal precoce por mil nascidos vivos, e comparadas usando seus respectivos intervalos de 95% de confiança (IC95%). Os óbitos perinatais foram classificados nos grupos de causas anteparto, anomalias congênitas, prematuridade, asfixia e causas específicas. Foi calculado, para cada grupo de causas, o número de óbitos por faixa de peso, além das taxas de mortalidade e os respectivos IC95%, e feita a distribuição espacial das taxas de mortalidade por Unidade da Federação (UF). Foram registrados 35.857 óbitos infantis, sendo 18.866 (52,6%) neonatais precoces; os natimortos somaram 27.009. Os óbitos perinatais totalizaram 45.875, perfazendo uma taxa de mortalidade de 15,5‰ nascimentos. A maior taxa de mortalidade (7,6‰; 7,5‰-7,7‰) foi observada no grupo anteparto, seguido da prematuridade (3,6‰; 3,6‰-3,7‰). No grupo anteparto, 14 das 27 UFs (sendo oito na Região Nordeste e quatro na Região Norte) apresentaram as taxas de mortalidade perinatal acima da nacional. A taxa de mortalidade perinatal no Brasil mostrou-se elevada, e a maioria dos óbitos poderia ser prevenida com investimento em cuidados pré-natais e ao nascimento

Gynecology · Global Maternal and Child Health · Injury Epidemiology and Prevention · Maternal and Neonatal Healthcare · Medicine

  • Tendência espaço-temporal da mortalidade fetal no Brasil, 1996–2021

    Open Access•João Batista Francalino da Rocha, Italla Maria Pinheiro Bezerra et al.•Revista de Saúde Pública•2025

  • Luto materno perinatal

    Open Access•Gabriela Purkot Dumitru, Alessandra Camargo et al.•Revista Psicologia Diversidade e…•2024

  • Perfil epidemiológico da mortalidade neonatal no período de 2012 a 2022 em um município do interior do estado do Ceará

    Open Access•Isaque Lopes Missias, Dilene Fontinele Catunda Melo et al.•Cuadernos de Educación y Desarrollo•2023

  • Análise epidemiológica dos nascidos vivos com anormalidades congênitas no Nordeste

    Open Access•Maria Fernanda Branco de Almeida, Mirelly da Trindade Almeida et al.•Cuadernos de Educación y Desarrollo•2024

  • Fatores de risco para óbito perinatal em gestantes de alto risco de um hospital terciário de Curitiba-PR, Brasil

    Open Access•Carla Caroline Szyhta, Zilda Pereira Da Silva et al.•Ciência & Saúde Coletiva•2023

  • Risk factors for perinatal death in high-risk pregnant women at a tertiary hospital in Curitiba-PR, Brazil

    Open Access•Carla Caroline Szyhta, Zilda Pereira Da Silva et al.•Ciência & Saúde Coletiva•2023

  • Assessment of healthcare accessibility and travel distance on intrapartum fetal death

    Open Access•Vinicius Cesar Moterani, Joelcio Francisco Abbade et al.•Revista Panamericana de Salud…•2023

  • National, regional, and worldwide estimates of stillbirth rates in 2015, with trends from 2000

    Open Access•Hannah Blencowe, Simon Cousen et al.•The Lancet Global Health•2016

  • Maternal and child health in Brazil

    Open Access•Cesar G Victora, Estela Maria Leão De Aquino et al.•The Lancet•2011

  • Mortes de mulheres internadas para parto e por aborto e de seus conceptos em maternidades públicas

    Open Access•Pauline Lorena Kale, Maria Helena P De Mello Jorge et al.•Ciência & Saúde Coletiva•2018

  • Fetal mortality and the challenges for women’s health care in Brazil

    Open Access•Patrícia De Sá Barros, Érika Carvalho De Aquino et al.•Revista de Saúde Pública•2019

  • Mortalidade perinatal e evitabilidade

    Open Access•Steven Lansky, Sônia Lansky et al.•Revista de Saúde Pública•2002

  • Avaliação do sistema de informação sobre nascidos vivos e o uso de seus dados em epidemiologia e estatísticas de saúde

    Open Access•Maria Helena P De Mello Jorge, Sabina Léa Davidson Gotlieb et al.•Revista de Saúde Pública•1993

  • The Perinatal Mortality Rate as an Indicator of Quality of Care in International Comparisons

    Jan Hendrik Richardus, Wilco C Graafmans et al.•Medical Care•1998

Unique citing works7
Citations per year2,33
Citation span2023 - 2025 (3)
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Highly citedNo
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