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Associação entre as condições de nascimento e a densidade mineral óssea de adultos das coortes de nascimentos de 1982 e 1993 de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil

Bibliographic Data

ID5166896
AuthorsLuísa Silveira Da Silva (0000-0001-6083-3678, Universidade Federal de Pelotas), Ana Maria Baptista Menezes (0000-0002-4129-0898, Universidade Federal de Pelotas), Fernando C Barros (0000-0001-5973-1746, Universidade Católica de Pelotas), Fernando César Wehrmeister (0000-0001-7137-1747, Universidade Federal de Pelotas), Helen Denise Gonçalves Da Silva (0000-0001-6470-3352, Universidade Federal de Pelotas), Bernardo L Horta (0000-0001-9843-412X, Universidade Federal de Pelotas)
Year2024
Volume40
Issue3
Pagese00085523-e00085523
Publication date2024-01-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueCadernos de Saude Publica (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/0102-311xpt085523
PMID38477728
OpenAlexW4392719601
SCIELO_PIDS0102-311X2024000301402
LanguagePT
References cited26

Este estudo avaliou a associação do peso ao nascer, idade gestacional e crescimento intrauterino com a densidade mineral óssea (DMO) aos 22 e 30 anos, nas coortes de nascimentos de 1982 e 1993 de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. A DMO foi medida por absorciometria por raios X com dupla energia (DXA), a associação foi avaliada usando análise de variância e a regressão linear múltipla para o controle de confundimento por: sexo, renda familiar ao nascer, tabagismo materno na gestação, escolaridade materna, cor da pele materna e índice de massa corporal pré-gestacional. Foi testado se a gordura corporal na vida adulta era mediadora da associação analisada, por meio da G-computation Formula. Foram avaliados 6.803 participantes das coortes de 1982 e 1993, aos 30 e 22 anos, respectivamente. O peso ao nascer teve associação com a DMO em todos os sítios, com maior diferença no colo femoral. Os nascidos com menos de 2.000g apresentaram, em média, -0,036g/cm2 (IC95%: -0,064; -0,008) de DMO no colo femoral em comparação àqueles com mais de 3.500g. Aqueles com escore-z de crescimento intrauterino com pelo menos 1,28 desvio padrão abaixo da média apresentaram, em média, -0,013g/cm2 (IC95%: -0,024; -0,002) de DMO na coluna lombar, em relação aos com escore-z acima da média. A análise de mediação mostrou que gordura corporal na idade adulta não mediou a associação. As condições de nascimento foram associadas com a densidade mineral óssea na vida adulta, e a identificação dos fatores precoces relacionados à perda de DMO é essencial devido à inversão demográfica em progresso em países de média e baixa renda

Biology · Birth weight · Body mass index · Bone mineral · Confounding · Dual-energy X-ray absorptiometry · Femoral neck · Gestational age · Gynecology · Linear regression · Obstetrics · Osteoporosis · Pregnancy · Birth, Development, and Health · Bone health and osteoporosis research · Demography · Endocrinology · Internal Medicine · Mathematics · Medicine · Pregnancy and preeclampsia studies

  • Validity of a Brazilian food frequency questionnaire against dietary recalls and estimated energy intake

    Open Access•Rosely Sichieri, James E Everhart•Nutrition Research•1998

  • International standards for newborn weight, length, and head circumference by gestational age and sex

    Open Access•Jose Villar, Joris Hemelaar et al.•The Lancet•2014

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Highly citedNo

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