Diferenciais da prática contraceptiva no Município de São Paulo, Brasil
Resultados do inquérito populacional Ouvindo Mulheres
Bibliographic Data
| ID | 5167121 |
|---|---|
| Authors | Tania Di Giacomo Do Lago (0000-0002-9223-6672, Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Brasil), Suzana Kalckmann (0000-0002-0711-1235, Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Brasil), Maria Cecilia Goi Porto Alves (0000-0003-4357-9473, Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Brasil), Maria Mercedes Loureiro Escuder (0000-0002-3103-2617, Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Brasil), Mitti Koyama (0000-0003-2518-8823, Kamiyama Consultoria Estatística, Brasil), Regina Maria Barbosa (0000-0002-3390-2137, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)) |
| Year | 2020 |
| Volume | 36 |
| Issue | 10 |
| Pages | e00096919-e00096919 |
| Publication date | 2020-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cadernos de Saude Publica (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/0102-311x00096919 |
| PMID | 33084831 |
| OpenAlex | W3094108451 |
| SCIELO_PID | S0102-311X2020001005007 |
| Language | PT |
| References cited | 14 |
A contracepção é fundamental para que as mulheres possam regular sua fecundidade, exercendo uma das dimensões dos direitos reprodutivos. No entanto, desconhecemos como elas enfrentam esse desafio na maior cidade do Brasil, São Paulo. Para preencher essa lacuna, o inquérito populacional Ouvindo Mulheres: Contracepção no Município de São Paulo foi realizado junto a uma amostra probabilística de 4 mil mulheres com 15 a 44 anos de idade, residentes nessa cidade, em 2015. Neste artigo, apresenta-se a prevalência da prática contraceptiva, analisam-se os fatores associados ao não uso de contracepção e aos tipos de contraceptivos em uso. A prevalência da anticoncepção foi estimada para mulheres com, pelo menos, uma relação heterossexual nos 12 meses anteriores à entrevista e que não estavam grávidas. Regressão logística foi utilizada para verificar fatores associados ao não uso de contracepção, e o modelo CHAID, para identificar associações aos tipos de contraceptivo em uso. A prevalência da anticoncepção foi 84,8% (IC95%: 83,2-86,3). Os contraceptivos mais prevalentes foram pílula e preservativo masculino. Associaram-se ao não uso de anticoncepção, religião (Pentecostal), número de filhos (menos do que 3), não ter usado contraceptivo na primeira relação sexual, não ter parceiro e não ter tido relação sexual no mês anterior. O número de filhos tidos e a idade da mulher foram os dois primeiros níveis de discriminação dos tipos de contraceptivo utilizados. A prevalência da anticoncepção é alta, mas mantém-se a concentração em dois métodos: anteriormente, laqueadura e pílula, agora, pílula e preservativo masculino. É necessário incorporar novos contraceptivos hormonais no Sistema Único de Saúde (SUS) e promover o uso de métodos de longa duração como o DIU
Sociology · Adolescent Sexual and Reproductive Health · Demography · Male Reproductive Health Studies · Medicine · Reproductive Health and Contraception
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| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |