Tendência da hanseníase em menores de 15 anos no Brasil, 2001-2016
Bibliographic Data
| ID | 5167154 |
|---|---|
| Authors | Priscila Barros Schneider (Universidade Federal de Mato Grosso), Bruna Hinnah Borges Martins De Freitas (0000-0002-6652-593X, Universidade Federal de Mato Grosso) |
| Year | 2018 |
| Volume | 34 |
| Issue | 3 |
| Pages | e00101817-e00101817 |
| Publication date | 2018-03-12 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cadernos de Saude Publica (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/0102-311x00101817 |
| PMID | 29538501 |
| OpenAlex | W2794010738 |
| SciELO | S0102-311X2018000305014 |
| Language | PT |
| Citations received | 10 |
| References cited | 13 |
O objetivo foi analisar a tendência das taxas de detecção de hanseníase em menores de 15 anos no Brasil, no período de 2001 a 2016. Trata-se de um estudo de série temporal, utilizando o procedimento de Prais-Winsten para análise de regressão linear generalizada com nível de significância de 5%. A média da taxa de detecção foi de 5,77 por 100 mil habitantes. Entretanto, observou-se uma tendência decrescente dessa taxa, com annual percent change (APC) de -5% (IC95%: -6,7; -3,3). Verificou-se tendência decrescente em todas as regiões do país. Entre as regiões, a Norte foi a que manteve a média hiperendêmica (≥ 10,00 por 100 mil habitantes) da taxa de detecção. A série temporal em 19 Unidades da Federação (UF) foi decrescente. Todavia, entre elas, muitas mantiveram média hiperendêmica, como: Mato Grosso, Pará, Maranhão, Rondônia, Roraima, Pernambuco, Piauí e Acre. Entre as oito UF que apresentaram tendência estacionária, Tocantins manteve média hiperendêmica no período. Das 24 capitais brasileiras incluídas no estudo, 14 delas foram decrescentes e 10 estacionárias. Embora com tendência decrescente dos casos novos, algumas capitais mantiveram a média hiperendêmica como: Teresina, Recife, Cuiabá, Boa Vista, Rio Branco e Belém. Apesar de apresentarem tendência estacionária, as capitais Palmas e São Luís registraram média hiperendêmica. Conclui-se que, embora a análise da tendência foi decrescente no Brasil, houve presença de tendências estacionárias e hiperendemicidade em algumas UF e capitais brasileiras, o que demonstra a permanência de fontes de transmissibilidade e dificuldade na eliminação da hanseníase no país
Geography · Forestry · Leprosy Research and Treatment · Leptospirosis research and findings
Determining Factors of Leprosy
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Características epidemiológicas da hanseníase nos idosos e comparação com outros grupos etários, Brasil (2016-2018)
Application of the Arima Model to Predict Under-Reporting of New Cases of Hansen’s Disease during the Covid-19 Pandemic in a Municipality of the Amazon Region
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Atributos Essenciais E Derivados Da Atenção Primária À Saúde Em Crianças E Adolescentes Com Hanseníase
Perfil Epidemiológico E Tendência Da Hanseníase Em Menores De 15 Anos No Paraná, 2001 - 2021
Mortalidade por hanseníase em contextos de alta endemicidade
Epidemiological characteristics and temporal trends of new leprosy cases in Brazil
| Citations per year | 1.43 |
|---|---|
| Citation span | 2019 - 2025 (7) |
| Highly cited | No |