Modificadores de efeito da associação temperatura-mortalidade da população total e idosa das regiões metropolitanas do Brasil
Bibliographic Data
| ID | 5168580 |
|---|---|
| Authors | Cristiane Aschidamini (0000-0003-4110-5282, Universidade do Estado do Amazonas), Antonio C M Ponce De Leon (0000-0002-0704-5215, Universidade do Estado do Rio de Janeiro) |
| Year | 2025 |
| Volume | 41 |
| Issue | 2 |
| Publication date | 2025-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cadernos de Saude Publica (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/0102-311xpt042524 |
| OpenAlex | W4407905405 |
| SCIELO_PID | S0102-311X2025000201400 |
| Language | PT |
| References cited | 44 |
O efeito da temperatura ambiente na mortalidade varia entre locais e populações sugerindo a presença de modificadores de efeito dessa associação. O objetivo deste estudo foi analisar a influência de fatores geográficos, urbanos e socioeconômicos no efeito da temperatura ambiente na mortalidade não acidental da população geral e idosa das regiões metropolitanas brasileiras, e a associada às mortalidades circulatória, respiratória e outras causas dos idosos. Os efeitos dessa associação foram estimados para cada grupo nos 42 locais via modelo aditivo generalizado combinado ao modelo não linear de lag distribuído. A seguir foi realizada uma metanálise para estimar os efeitos a nível Brasil e suas regiões. A influência dos modificadores de efeito foi determinada via metarregressão. Os riscos relativos estimados da associação temperatura-mortalidade variaram entre os locais do território brasileiro. Os efeitos do calor na mortalidade não acidental a nível nacional para o grupo Geral e Idoso foram de 1,09 (IC95%: 1,04-1,15) e 1,13 (IC95%: 1,07-1,20), e os do frio foram de 1,26 (IC95%: 1,21-1,32) e 1,30 (IC95%: 1,24-1,36), respectivamente. Observa-se um maior efeito do frio do que do calor em ambos os grupos. Para todas as causas de óbito, os efeitos do calor e do frio foram maiores nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. O fator que melhor explicou a heterogeneidade entre os locais foi a amplitude da temperatura média, seguido de latitude, renda e educação. Assim, a implementação de medidas adaptativas para reduzir os efeitos da temperatura ambiente na mortalidade depende do perfil de cada local
Art · Humanities · Air Quality and Health Impacts · Climate Change and Health Impacts · Thermoregulation and physiological responses
Temperature, temperature extremes, and mortality
Distributed lag non‐linear models
Time series regression studies in environmental epidemiology
Effects of Air Temperature on Climate-Sensitive Mortality and Morbidity Outcomes in the Elderly; a Systematic Review and Meta-analysis of Epidemiological Evidence
Association between ambient temperature and mortality risk and burden
Mortality risk attributable to high and low ambient temperature
Weather-Related Mortality
Reducing and meta-analysing estimates from distributed lag non-linear models
Impacts of heat stress conditions on mortality from respiratory and cardiovascular diseases in Brazil
Effects of Extreme Temperatures on Cause-Specific Cardiovascular Mortality in China
Regional Temperature-Sensitive Diseases and Attributable Fractions in China
The influence of temperature on mortality and its Lag effect
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |