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Mortalidade infantil no contexto da ruralidade brasileira

Uma Proposta Para a Superação Da Invisibilidade Epidemiológica E Demográfica

Bibliographic Data

ID5168957
AuthorsRayane Aparecida Silveira Soares (0000-0002-6759-4398, Universidade Federal da Paraíba), Ronei Marcos De Moraes (0000-0001-8436-8950, Universidade Federal da Paraíba), Rodrigo Pinheiro De Toledo Vianna (0000-0002-5358-1967, Universidade Federal da Paraíba)
Year2020
Volume36
Issue8
Pagese00068718-e00068718
Publication date2020-01-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueCadernos de Saude Publica (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/0102-311x00068718
PMID32901701
OpenAlexW3082314757
SCIELO_PIDS0102-311X2020000805014
LanguagePT
Citations received2
References cited11

O estudo teve como objetivo comparar duas propostas de ruralidade, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Banco Mundial, respondendo qual delas melhor adéqua-se à realidade no território e conhecer o perfil da mortalidade infantil nos municípios rurais da Paraíba, Brasil, segundo o critério de ruralidade melhor avaliado. Trata-se de um estudo epidemiológico observacional, realizado no Estado da Paraíba. O método de análise das tipologias rural/urbano baseou-se na mineração de dados, com base no algoritmo de associação Apriori. Para a análise do óbito infantil, utilizou-se a estatística descritiva. Considerou-se os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde do Brasil, no período de 2007 a 2016, e indicadores municipais do IBGE. A tipologia de ruralidade do Banco Mundial apresentou kappa = 0,337 e a do IBGE kappa = 0,616. Entre os 223 municípios analisados, a tipologia do Banco Mundial classificou corretamente 130 (65,66%) e a do IBGE 183 (82,06%). O perfil epidemiológico predominante nos municípios rurais paraibanos foi sexo masculino (57,4%), cor parda (61,1%), idade entre 0 e 7 dias (52,4%), com baixo peso ao nascer (44%) e idade gestacional menor que 37 semanas (43,2%). A causa básica da morte foi classificada como morte evitável por intervenções do Sistema Único de Saúde (65,2%). A tipologia urbano/rural apresentada pelo IBGE classificou melhor os municípios paraibanos que a do Banco Mundial. Essa classificação possibilitou o estudo do perfil do óbito infantil nos municípios rurais, por meio do qual verificou-se, exceto pela escolaridade da mãe, similaridade com o perfil geral

Art · Geography · Gynecology · Humanities · Child Nutrition and Water Access · Global Maternal and Child Health · Maternal and Neonatal Healthcare · Medicine

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