Saltar al contenido principal

ETHNOS_APP

Inicio • Búsqueda • Revistas • Lista 0

Difusão espaço-temporal da febre amarela silvestre em um estado do Sudeste do Brasil, 2017

Datos Bibliográficos

ID5223464
AutoresPriscila Carminati Siqueira (0000-0002-3346-3509, Universidade Federal do Espírito Santo), Rafael De Castro Catão (0000-0003-2837-0364, Universidade Federal do Espírito Santo), Caroline Gava (0000-0001-6287-1715, Fundação Oswaldo Cruz), Ethel Leonor Noia Maciel (0000-0003-4826-3355, Universidade Federal do Espírito Santo), Thiago Nascimento Do Prado (0000-0001-8132-6288, Universidade Federal do Espírito Santo)
Año2021
Volumen37
Número9
Páginase00127620-e00127620
Fecha de publicación2021-01-01
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaCadernos de Saude Publica (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464
EditorialFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/0102-311x00127620
PMID34669767
OpenAlexW3205885926
SCIELO_PIDS0102-311X2021000905012
IdiomaPT
Referencias citadas15

O objetivo foi analisar a difusão dos casos de febre amarela no tempo e no espaço, na epidemia de 2017, no Estado do Espírito Santo, Brasil. Estudo observacional ecológico, com análise espacial da difusão dos casos de febre amarela. Para o georreferenciamento das informações e a análise espacial, utilizou-se a malha digital do Estado do Espírito Santo, dividida em 78 municípios, por meio do software ArcGIS 10.3. Realizou-se uma análise de geoestatística utilizando a função krigagem ordinária. Nosso estudo mostrou uma incidência de 4,85/100 mil habitantes de febre amarela silvestre no Espírito Santo, no período de 2017, perfazendo uma letalidade de 29,74%. Os casos de febre amarela silvestre estão distribuídos em 34 municípios dos 78 que compõem o estado, representando 43% do território. A distribuição temporal dos casos de febre amarela registrados no presente estudo encontrava-se entre a 1a e a 19a Semana Epidemiológica (SE). Por meio da análise espacial de geoestatística por krigagem ordinária, foi possível demonstrar a difusão espacial por contágio da doença amarílica entre os municípios no Estado do Espírito Santo, com uma continuidade espacial. A doença surgiu no estado na SE 1 pelos municípios que realizam divisa com o Estado de Minas Gerais. O geoprocessamento demonstrou que a doença amarílica chegou ao Espírito Santo pelos municípios vizinhos ao Estado de Minas Gerais, seguindo em direção leste do estado, atingindo o litoral. Apresentou uma maior concentração de casos e tempo de permanência nas regiões Central e Metropolitana, que possuem áreas de Mata Atlântica, mostrando um padrão de continuidade da difusão por contágio

Cartography · Geography · Geoprocessing · Georeference · Physical geography · Mosquito-borne diseases and control · Zoonotic diseases and public health

  • The Dictionary of human geography

    D R Stoddart, David M Smith et al.•The Dictionary of human geography•1986

  • Detection and Molecular Characterization of Yellow Fever Virus, 2017, Brazil

    Open Access•P O Figueiredo, A T S Silva et al.•EcoHealth•2018

  • Yellow fever outbreak in a rural-urban mixed community of Espírito Santo, Brazil

    Open Access•Tálib Moysés Moussallem, Caroline Gava et al.•Revista Panamericana de Salud…•2019

Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
Ethnos_APP • Proyecto Open Source • Licencia MIT • Frontend v2.0.0 • Privacidad y Cookies • Documentación de la API: api.ethnos.app/docs • Código de la API: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Código del Frontend: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae