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Falando de morte e da finitude no ambiente escolar

Um Estudo À Luz Do Sentido Da Vida

Datos Bibliográficos

ID5314151
AutoresThiago Antonio Avellar De Aquino (0000-0002-3903-8378, Universidade Federal da Paraíba), Andrei Alves De Aguiar (0000-0002-4495-4581, Universidade Federal da Paraíba), Sarah Xavier Peixoto De Vasconcelo, Sarah Xavier Peixoto de Vasconcelos (Universidade Federal da Paraíba), Sergio Lopes Dos Santos (Universidade Federal da Paraíba)
Año2014
Volumen34
Número2
Páginas302-317
Fecha de publicación2014-06-01
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaPsicologia Ciência e Profissão (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 1414-9893 • E-ISSN: 1982-3703
EditorialFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/1982-3703000092012
OpenAlexW2055474316
SCIELO_PIDS1414-98932014000200004
IdiomaEN
Citas recibidas2
Referencias citadas10

O presente estudo teve como objetivo identificar as concepções da morte e suas repercussões para o sentido da vida entre os adolescentes. Para tanto, foi efetuada uma pesquisa-ação para abordar o tema da finitude partindo da concepção de Viktor Frankl sobre o sentido da vida e da morte. Contou-se com a participação de 17 estudantes do terceiro ano do ensino médio, a maioria do sexo feminino (52,9%), com idade média de 17 anos e amplitude de 15 a 24 anos. Os resultados foram obtidos por meio de cinco intervenções em sala de aula. Cada intervenção teve a duração média de 45 minutos, constituindo-se de questionamentos acerca da morte, do morrer e do sentido da vida. Em seguida, as respostas dos participantes foram submetidas a uma análise de conteúdo. No que se refere às representações da morte, emergiram três categorias: pensamentos, sentimentos e crenças. Sobre a compreensão do sentido da vida, os adolescentes responderam em duas direções: os sentidos subjetivos e sentidos objetivos. Quando refletiram sobre a própria morte, as suas respostas foram classificadas em termos de três categorias valorativas: vivenciais, atitudinais e criativos. No que se refere à pergunta "Como seria a vida se ninguém morresse?", foram observados os seguintes tipos de argumentos: valorização da vida, corrigir erros do passado, resposta tautológica, resposta religiosa e dialética vida-morte. Os resultados mostraram a importância de tratar sobre o tema da finitude no âmbito escolar

Humanities · Death Anxiety and Social Exclusion · Grief, Bereavement, and Mental Health · Palliative and Oncologic Care · Philosophy

  • Educar para a morte é educar para a vida

    Open Access•Ana Luiza Toaldo Nardi, André Marcos Spiecker Gasparin et al.•PSI UNISC•2022

  • Percepção de Morte entre Universitários

    Open Access•Hysla Magalhães De Moura, Anderson Mesquita Do Nascimento et al.•Psicologia Ciência e Profissão•2020

  • Living well

    Open Access•Richard M Ryan, Veronika Huta et al.•Journal of Happiness Studies•2008

  • Logoterapia y análisis existencial

    Viktor E Frankl•Logoterapia y análisis existencial•2011

  • Validation of a Portuguese Form of Templer's Death Anxiety Scale

    Open Access•James M Donovan•Psychological Reports•1993

  • Instituições de saúde e a morte

    Open Access•Maria Júlia Kovacs•Psicologia Ciência e Profissão•2011

  • Educação para a morte

    Open Access•Maria Júlia Kovacs•Psicologia Ciência e Profissão•2005

  • Pesquisa-ação

    Open Access•David Tripp•Educação e Pesquisa•2005

  • Pedagogia da pesquisa-ação

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  • A Presença Ignorada de Deus

    Open Access•Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira, G F Almeida et al.•Estudos de religião•2012

  • Death and Personal Faith

    Bernard Spilka, Barbara Minton et al.•Journal for the Scientific Study…•1977

Obras citantes distintas2
Citas por año0,33
Intervalo de citas2020 - 2022 (3)
Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
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