O mal, sentido e dito
Bibliographic Data
| ID | 5315653 |
|---|---|
| Authors | Daniel Delouya (Orthopaedic Trauma Association, corresponding author) |
| Year | 2005 |
| Volume | 10 |
| Issue | 2 |
| Pages | 289-293 |
| Publication date | 2005-08-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Psicologia em Estudo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-7372 • E-ISSN: 1807-0329 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s1413-73722005000200016 |
| OpenAlex | W2085705055 |
| SciELO | S1413-73722005000200016 |
| Language | EN |
| References cited | 3 |
O questionamento por que o mal é tão antigo quanto a linguagem e a humanidade. A definição e a identificação do mal com o outro constituem o eixo mais conhecido nas ocupações filosóficas e psicanalíticas. As inabilidades do ser humano, desde os inícios da vida, em lidar com as intensidades que se abatem sobre ele de dentro e de fora, e que resultam no que se denomina de trauma, são certamente os fatores da apreensão do mal e sua identificação com o outro. Entretanto, o trauma institui também o outro na origem do próprio desejo e como guia para a própria linguagem. O outro se engaja nesta empreitada pelo apelo imanente ao trauma e ao estado de desamparo do sujeito. Pretendemos "puxar" um dos fios deste arranjo paradoxal na obra freudiana, examinando sua atual relevância no cenário social e político, também a partir de obras pós-freudianas
Humanities · Literature, Culture, and Criticism · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
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