Independência
Libertação da arte na dimensão estética de Herbert Marcuse
Bibliographic Data
| ID | 5329455 |
|---|---|
| Authors | Jair Soares De Sousa (corresponding author) |
| Year | 2018 |
| Volume | 4 |
| Issue | 1 |
| Pages | 56-69 |
| Publication date | 2018-06-29 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista DIAPHONÍA (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2446-7413 • E-ISSN: 2446-7413 |
| Publisher | Universidade Estadual do Oeste do Parana - UNIOESTE (PUBLISHER) |
| DOI | 10.48075/rd.v4i1.19814 |
| OpenAlex | W2955583032 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Segundo Marcuse, a estética é componente essencial para o processo de liberdade da consciência e do comportamento dos indivíduos. É, em linguagem hegeliana, o libertar do espírito absoluto. Neste sentido, a arte configura-se como a fantasia, que faz com que o "aparente" possa revelar a essência das coisas. Essência aqui, é compreendida não como um campo metafísico, mas como desvelamento de questões, dentro de uma falsa verdade do (establishment), na totalidade das relações. Em termos dialéticos, a arte se manifesta diante das contradições internas e externas, buscando a contraposição com a representação da forma estética. Marcuse refuta as concepções de alguns "estetas marxistas ortodoxos" fazendo, pois, a defesa em relação à arte ao reconhecer que a mesma transcende as relações materiais. Ele ainda considera as correntes literárias do romantismo e do surrealismo fundamentais para despertar consciências críticas, e que a autonomia da arte (independência, liberdade e fantasia), integram o imperativo categórico segundo o qual as "coisas precisam mudar" contra o realismo dos estetas marxistas. Neste sentido, pretendemos expor a crítica de Marcuse aos estetas marxistas a fim de compreender a função crítica da arte para a luta de libertação
Art · Humanities · Arts and Performance Studies · Brazilian cultural history and politics · Cultural, Media, and Literary Studies · Philosophy
| Highly cited | No |
|---|