O papel ativo de mulheres rappers negras e indígenas na produção de contranarrativas na América Latina
Bibliographic Data
| ID | 5330464 |
|---|---|
| Authors | Ana Luísa Melo Ferreira (0000-0001-7887-3774, Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne), Yoná Dos Santos (0000-0001-6392-0013, Universidade de São Paulo) |
| Year | 2022 |
| Volume | 15 |
| Issue | Especial |
| Pages | 670-688 |
| Publication date | 2022-05-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Extraprensa (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1519-6895 • E-ISSN: 2236-3467 |
| Publisher | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/extraprensa2022.194025 |
| OpenAlex | W4282570446 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
Nascido na Jamaica do século XX e migrado para os Estados Unidos nos anos 70, o rap se estabeleceu como uma contranarrativa de jovens negros, latino-americanos e caribenhos. À margem das instituições e representações políticas oficiais, os grupos de rap buscavam denunciar estereótipos aos quais estavam submetidos e criavam consciência política em seus ouvintes. Fortemente influenciados pela cultura da oralidade, propunham, por meio de suas letras, formas ativas e potentes de sobrevivência em territórios violentos e segregados. É o que fazem, hoje, mulheres negras e indígenas ao se apoderarem do gênero musical para revelar suas dores e compartilhar suas lutas diante de estruturas de poder que silenciam suas identidades e subjetividades. Deste modo, este trabalho busca estudar como artistas latino-americanas fazem uso do rap com o seu potencial emancipatório, para trazer à esfera pública problemáticas invisibilizadas, mas que afetam grande parte da população feminina indígena e negra
Art · Humanities · Caribbean history, culture, and politics · Music History and Culture
| Highly cited | No |
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