Abelhas ou Zangões
As primeiras normas para o profissional da farmácia do Brasil no início do século XIX
Bibliographic Data
| ID | 5331444 |
|---|---|
| Authors | Amanda Peruchi (0000-0002-7362-2252, Universidade Estadual Paulista (Unesp), corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Issue | 25 |
| Pages | 199-212 |
| Publication date | 2020-09-30 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Maracanan (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1807-989X • E-ISSN: 2359-0092 |
| Publisher | Universidade de Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER) |
| DOI | 10.12957/revmar.2020.48589 |
| OpenAlex | W3091978073 |
| Language | PT |
Este trabalho tem o objetivo de apresentar os primeiros resultados de uma pesquisa que vem sendo desenvolvida no âmbito do doutorado acerca da institucionalização da farmácia no Brasil do século XIX - mais especificamente entre 1808 e 1891. Ou seja, das primeiras aulas de matéria médica e farmacêutica nas escolas de cirurgia até a criação da primeira Faculdade de Farmácia em território brasileiro. Uma das propostas desta pesquisa é investigar a construção e a regularização do profissional da farmácia diplomado e licenciado, conforme as exigências da época. Deste modo, este artigo busca analisar o que previam, sobretudo, as primeiras leis versadas aos profissionais da farmácia e como elas teriam contribuído para que os "verdadeiros farmacêuticos" pudessem ser identificados e diferenciados dos outros que, embora produzissem e vendessem medicamentos e, consequentemente, fizessem parte do cenário da farmácia carioca oitocentista, não eram regularizados e, perante a lei, não deveriam atuar como tal
Art · Humanities · Political science · Health, Nursing, Elderly Care · History of Medicine and Tropical Health · Philosophy · Public Health in Brazil
| Highly cited | No |
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