A construção da "República de Ipanema" no Rio de Janeiro dos anos 1960
Bibliographic Data
| ID | 5331668 |
|---|---|
| Authors | Andréa Cristina De Barros Queiroz (0000-0002-7173-375X, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Issue | 24 |
| Pages | 615-634 |
| Publication date | 2020-05-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Maracanan (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1807-989X • E-ISSN: 2359-0092 |
| Publisher | Universidade de Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER) |
| DOI | 10.12957/revmar.2020.47617 |
| OpenAlex | W3032916224 |
| Language | PT |
Nos anos 1960, a cidade do Rio de Janeiro foi concebida a partir do ideário construído sobre a memória de uma "República Ipanemense", lócus da Zona Sul carioca onde se amalgamou uma parcela da vanguarda boêmio-literária nacional, principalmente porque o bairro foi o polo difusor de diferentes movimentos sociais, políticos e culturais que se tornaram importantes no cenário de oposição à ditadura civil-militar no país, como: a contracultura; o Cinema Novo; a Esquerda Festiva; a Banda de Ipanema e o jornal O Pasquim. Neste contexto, foi construída uma memória sobre uma Ipanema Cosmopolita em oposição a Ipanema Provinciana, ou seja, mais que um bairro carioca, era uma "República" que representava a metonímia de Brasil, que lançava moda, hábitos e costumes para outras regiões da cidade e para o país, que apesar de sua popularidade nacional, não era popular e sim bastante elitizada, ao contribuir pra disseminar a cultura do carioquismo
Art · Humanities · Political science · Brazilian cultural history and politics · Gender, Sexuality, and Education · Urban and sociocultural dynamics
| Highly cited | No |
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