Mercadores e contrabandistas
O comércio ilícito de escravizados no Rio da Prata na década de 1760
Bibliographic Data
| ID | 5331688 |
|---|---|
| Authors | Fabio Kuhn (0000-0001-7552-4288, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Issue | 36 |
| Pages | 91-117 |
| Publication date | 2024-10-04 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Maracanan (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1807-989X • E-ISSN: 2359-0092 |
| Publisher | Universidade de Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER) |
| DOI | 10.12957/revmar.2024.83082 |
| OpenAlex | W4403215359 |
| Language | EN |
O artigo procura analisar alguns casos de comerciantes envolvidos com o contrabando de escravizados no rio da Prata, extraídos de processos de apreensão efetuados pelas autoridades da Real Fazenda de Buenos Aires, no período posterior ao final da Guerra dos Sete Anos. A análise realizada possibilitou compreender quem eram os agentes mercantis envolvidos no comércio ilegal de escravizados, atividade realizada por diversos tipos de pessoas, desde o nível operacional, como os marinheiros e intérpretes, até os homens de negócio da Colônia do Sacramento que vendiam os cativos aos mercadores que os contrabandeavam para Buenos Aires. O comércio clandestino era realizado em pequenas embarcações, altamente adaptadas ao tipo de transação que realizavam, transportando algumas dezenas de escravizados, na maioria das vezes com sucesso, o que permitiu uma constante introdução de cativos na América espanhola
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |