Cultura escrita e projetos coloniais
"A Descrição da Patagônia" de Thomas Falkner
Bibliographic Data
| ID | 5331705 |
|---|---|
| Authors | Maria Cristina Bohn Martins (0000-0001-7835-9062, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, corresponding author) |
| Year | 2017 |
| Volume | 0 |
| Issue | 16 |
| Publication date | 2017-01-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Maracanan (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1807-989X • E-ISSN: 2359-0092 |
| Publisher | Universidade de Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER) |
| DOI | 10.12957/revmar.2017.27119 |
| OpenAlex | W2583453074 |
| Language | PT |
Cumprindo exílio na Inglaterra, sua terra natal, o jesuíta Thomas Falkner produziu um manuscrito no qual repertoriou experiências adquiridas nos quase 40 anos em que viveu na região do Rio da Prata, inclusive sobre áreas ainda escassamente conhecidas na Europa. O texto foi editado e publicado em 1774, em Hereford, por William Combe, sob o título Descripcion of Patagonia and Adjoinjing Parts of South America, sendo recebido com forte desconfiança pelas autoridades espanholas que viam nele um risco aos seus territórios coloniais. A obra é parte de uma “cultura escrita” que construiu, ao longo dos séculos XVIII e XIX, um corpo de relatos sobre territórios remotos de que a ciência europeia buscava se apropriar. Buscamos, neste artigo, analisar a “Descrição da Patagônia” a fim de refletir sobre o seu contexto de produção e edição para, depois, discutir brevemente sobre a circulação e recepção do texto entre os contemporâneos
Archaeology · Art · Colonialism · Distrust · Homeland · Humanities · Political science · Geography and Education Methods · History · History of Colonial Brazil · Indigenous Cultures and History · Law
| Highly cited | No |
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