Propriedades contextuais e mudança construcional
O caso de aí está e aí tá no português do Brasil
Bibliographic Data
| ID | 5332136 |
|---|---|
| Authors | Mariangela Rios De Oliveira (0000-0002-1474-281X, Universidade Federal Fluminense, corresponding author) |
| Year | 2017 |
| Volume | 2 |
| Pages | 125 |
| Publication date | 2017-12-20 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Odisseia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1983-2435 • E-ISSN: 1983-2435 |
| Publisher | Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN (PUBLISHER) |
| DOI | 10.21680/1983-2435.2017v2n0id12889 |
| OpenAlex | W2779567420 |
| Language | PT |
| References cited | 5 |
Com base na Linguística Funcional Centrada no Uso, nos termos de Traugott e Trousdale (2013) e Bybee (2010; 2015), entre outros, analisam-se os types aí está e aí tá no português do Brasil, com foco em seus contextos de ocorrência. De acordo com Rocha (2016), trata-se de duas microconstruções da construção conectora textual formada por pronome locativo e verbo, representada como [LocV]conect. Partindo-se dos resultados de Fonseca (2017), postula-se que aí tá, na modalidade falada e em registros menos monitorados do português contemporâneo, passa a assumir, além da função conectora textual, traços da categoria de marcador discursivo, por conta do papel de "arremate" conferido à sequência em que ocorre. Considera-se que a erosão fonética de aí tá, ao nível da forma, é acompanhada por alteração funcional, ao nível do sentido, configurando etapa inicial de construcionalização gramatical, conforme postulam Traugott e Trousdale (2013
Humanities · Linguistic Studies and Language Acquisition · Linguistics and Language Studies · Philosophy · Syntax, Semantics, Linguistic Variation
| Highly cited | No |
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