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Qualidade de vida de idosos acompanhados na Estratégia Saúde da Família

Bibliographic Data

ID5336693
AuthorsMárcia Soares De Oliveira (Centro Universitário UNINOVAFAPI), Rafaela Borges Gomes, Rafaela Gomes (Centro Universitário UNINOVAFAPI), Carolinne Kilcia Carvalho Sena Damasceno (0000-0001-5766-5984, Centro Universitário UNINOVAFAPI), Delmo De Carvalho Alencar (0000-0002-6555-7921, Fundação Oswaldo Cruz), Wanderson Carneiro Moreira (0000-0003-2474-1949)
Year2018
Volume4
Issue2
Pages85-97
Publication date2018-12-20
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueSaúde em Redes (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2446-4813 • E-ISSN: 2446-4813
PublisherAssociacao Brasileira da Rede Unida (PUBLISHER)
DOI10.18310/2446-4813.2018v4n2p85-97
OpenAlexW2909794993
LanguagePT

Objetivo: Avaliar a qualidade de vida de idosos atendidos na Estratégia Saúde da Família de uma capital do nordeste brasileiro. Métodos: Estudo descritivo, de corte transversal, realizado com 89 idosos atendidos em uma Unidade Básica de Saúde de Teresina, Piauí, Brasil. Os critérios de inclusão foram: idade entre 60 e 70 anos e concordar em participar do estudo, assinando o termo de consentimento. Os dados foram coletados através de um questionário com perguntas fechadas, com o objetivo de levantar dados confiáveis e atualizados dos idosos. Os dados foram analisados de forma descritiva, utilizando a folha de cálculo Excel (versão 2010). Resultados: A maioria dos idosos avalia sua qualidade de vida como mediana e estão satisfeitos com a vida. Boa parte deles apresenta um nível de energia relativamente adequado para a execução de tarefas e possui acesso às informações. 30,3% relatam ter muito pouca ou nenhuma oportunidade de lazer. Quanto ao padrão de sono, é satisfatório, tendo em vista que apenas 9% estão muito pouco satisfeitos. Com relação ao desempenho de atividades rotineiras, a maioria relatou que as ações são executadas satisfatoriamente (88,7%). 31,5% dos idosos informou ter uma vida sexual completa, 28,1% muito boa e 15,7% médio. Quanto à presença de sentimentos negativos, percebe-se que a maioria dos idosos (65,1%) tem muito pouco ou nada de sentimentos negativos, conferindo um percentual significativo. Conclusão: Faz-se necessário que os profissionais de saúde atentem mais para os aspectos que influenciam negativamente na determinação da qualidade de vida dos idosos

Art · Elderly people · Humanities · Health, Nursing, Elderly Care · Healthcare during COVID-19 Pandemic · Medicine · Physical Education and Gymnastics · Psychology · Gerontology

Citation velocityhistorical
Highly citedNo
Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae