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Amamentação na primeira hora de vida em uma maternidade de referência de Macaé

Dados Bibliográficos

ID5336785
AutoresHelen Paredes (0000-0002-4274-4783, Universidade Federal do Rio de Janeiro), Hugo Demesio Maia Torquato Paredes (0000-0001-9723-9867), Juliana Silva Pontes (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Camilla Medeiros Macedo Da Rocha (0000-0003-1720-3560, Universidade Federal do Rio de Janeiro), Maria Fernanda Larcher Almeida (0000-0002-6075-6913, Universidade Federal do Rio de Janeiro), Maria Fernanda Larcher De Almeida (0000-0002-1491-5987), Silvia Pereira (0000-0003-1538-4097, Universidade Federal Fluminense), Alexandra Da Silva Anastácio (Universidade Federal Fluminense), Jane De Carlos Santana Capelli, Jane Carlos Santana Capelli (0000-0002-8009-3715, Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Ano2019
Volume5
Fascículo1
Páginas35-47
Data de publicação2019-09-22
Peer ReviewedSim
Open AccessSim
TipoARTICLE
PeriódicoSaúde em Redes (JOURNAL)
Identificadores do periódicoISSN: 2446-4813 • E-ISSN: 2446-4813
EditoraAssociacao Brasileira da Rede Unida (PUBLISHER)
DOI10.18310/2446-4813.2019v5n1p35-47
OpenAlexW2972656223
IdiomaPT

Objetivos: Identificar a prevalência da amamentação na primeira hora pós-parto e fatores associados em uma maternidade de referência de Macaé. Métodos: Um estudo transversal foi conduzido com 113 puérperas e neonatos. Os dados foram obtidos entre agosto e dezembro de 2014, por meio de questionários para entrevistas, caderneta da gestante e prontuários médicos. O modelo de Poisson foi ajustado para análise da prevalência da amamentação na primeira hora de acordo com as variáveis de exposição. Resultados: A prevalência da amamentação na primeira hora foi de 75,2%. Não foi encontrada associação estatisticamente significativa entre o tipo de parto e amamentação na primeira hora (p-valor=0,418). Detectou-se associação estatisticamente significativa entre o baixo peso e a não amamentação na primeira hora pós-parto, mesmo após ajuste (p-valor=0,002). Conclusões: A maioria dos recém-nascidos foi amamentada na primeira hora de vida, o que é um bom resultado, segundo preconizado pelo Ministério da Saúde. Não houve associação estatisticamente significativa entre o tipo de parto e amamentação na primeira hora de vida. Detectou-se que recém-nascidos com baixo peso apresentaram risco cinco vezes maior de não serem amamentados na primeira hora de vida em relação àqueles que nasceram com peso adequado

Humanities · Breastfeeding Practices and Influences · COVID-19 Impact on Reproduction · Maternal and Neonatal Healthcare · Medicine · Philosophy

Velocidade de citaçãohistorical
Altamente citadoNão
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