Intersetorialidade e o trabalho em equipe
Casos de estudo do Brasil e da Itália
Datos Bibliográficos
| ID | 5336877 |
|---|---|
| Autores | Cassiane Silocchi (0000-0002-8538-9849, Universidade do Vale do Rio dos Sinos), José Roque Junges (0000-0003-4675-0993, Universidade do Vale do Rio dos Sinos), Ardigò Martino (0000-0003-0429-7772), Martino Ardigò |
| Año | 2018 |
| Volumen | 4 |
| Número | 1 |
| Páginas | 23-34 |
| Fecha de publicación | 2018-06-22 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Saúde em Redes (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2446-4813 • E-ISSN: 2446-4813 |
| Editorial | Associacao Brasileira da Rede Unida (PUBLISHER) |
| DOI | 10.18310/2446-4813.2018v4n1p23-34 |
| OpenAlex | W2889092572 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 1 |
Dois casos de estudo na atenção primária que se destacam na criação de estratégias para o enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmíssiveis (DCNT), podem ser observados no Brasil e na Itália: a experiência do Serviço de Saúde Comunitária que integra o Grupo Hospitalar Conceição no Brasil e a Unidade Sanitária Local de Ferrara que integra o Serviço Sanitário Regional da Emilia Romagna na Itália. Tendo em vista estes dois casos, este estudo tem como objetivo evidenciar e problematizar similaridades e diferenças entre os contextos no que se refere a estratégias relacionadas à organização do cuidado às condições crônicas. A metodologia utilizada foi prioritariamente qualitativa, uma vez que se se baseou em leituras, análises documentais e observações. Colocando em análise os dois casos, observou-se que ambos apresentam propostas significativas, contudo, ainda identificam-se problemáticas em relação ao trabalho em equipe e a intersetorialidade. No caso italiano, merece destaque a intersetorialidade como estratégia ainda em construção, bem como a falta de uma cultura de trabalho em equipe e a cogestão fragmentária, em que os médicos se colocam fora do sistema. No caso brasileiro, ao contrário, existe trabalho em equipe, contudo, o ato de trabalhar com novas estratégias, gera certo desconforto na equipe. Em relação a intersetorialidade, há iniciativas para ações intersetoriais, contudo, ainda existem barreiras para a sua aplicabilidade. Conclui-se que a implementação de um novo modelo assistencial, voltado para as DCNT, necessita ainda ser assimilado no cotidiano dos serviços de saúde, pelos profissionais/equipes de saúde e pelos gestores da saúde
Humanities · Political science · Health Systems, Economic Evaluations, Quality of Life · Healthcare Systems and Practices · Interprofessional Education and Collaboration · Philosophy
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |