O Gabinete de Urbanização Colonial e o traçado das cidades luso-africanas na última fase do período colonial português
Bibliographic Data
| ID | 5764832 |
|---|---|
| Authors | Ana Vaz Milheiro (0000-0001-7213-0478, Autonomous University of Lisbon, corresponding author), Ana Cristina Fernandes Vaz Milheiro |
| Year | 2012 |
| Volume | 4 |
| Issue | 446 |
| Pages | 215 |
| Publication date | 2012-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | urbe Revista Brasileira de Gestão Urbana (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2175-3369 • E-ISSN: 2175-3369 |
| Publisher | Pontificia Universidade Catolica do Parana - PUCPR (PUBLISHER) |
| DOI | 10.7213/urbe.7397 |
| OpenAlex | W1994234484 |
| SCIELO_PID | S2175-33692012000200006 |
| Language | PT |
| Citations received | 4 |
| References cited | 1 |
Em 1944, antes mesmo do fim da Segunda Grande Guerra, o regime político de António Oliveira Salazar (1889-1970) cria, por meio do Ministério das Colónias, uma estrutura oficial de projectos de arquitectura e de engenharia, sediada em Lisboa, com o objectivo de traçar novos planos urbanos para as colónias portuguesas, designada Gabinete de Urbanização Colonial (GUC). Com sua fundação pretende-se igualmente concentrar o know-how dos técnicos portugueses no que diz respeito à abordagem à cidade tropical. Genericamente, o Estado Novo (1933-1974) de Oliveira Salazar irá servir-se do GUC como veículo de modernização e, simultaneamente, de homogeneização da paisagem construída nos diversos territórios coloniais, com especial destaque para África e para os actuais países africanos de língua oficial portuguesa. O programa seguido alicerça-se num forte impulso de urbanização que se reflecte na consolidação das estruturas urbanas herdadas da primeira República (1910-1926) e na padronização dos edifícios públicos que representam a presença colonial portuguesa desde o continente africano até a Índia, então chamada "Índia Portuguesa", Timor e Macau. Apesar da importância do mundo rural na caracterização do regime ditatorial português, as intervenções desencadeadas nesses lugares sob administração colonial definem-se, a partir da segunda metade do século, por um forte sentido desenvolvimentista de perfil urbano, como se pretende demonstrar por meio de casos de estudo localizados na Guiné-Bissau, em Angola e em São Tomé e Príncipe
Art · Colonialism · Humanities · Political science · Portuguese · African history and culture studies · Global Maritime and Colonial Histories · Philosophy
| Unique citing works | 4 |
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| Citations per year | 0,5 |
| Citation span | 2018 - 2026 (9) |
| Citation velocity | current |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 4 |