Consciência das cores
Natalie Kalmus e o technicolor na Grã-Bretanha
Bibliographic Data
| ID | 5774224 |
|---|---|
| Authors | Susan Street (0000-0002-9881-1156, University of Bristol, corresponding author) |
| Year | 2013 |
| Volume | 2 |
| Issue | 3 |
| Pages | 42-79 |
| Publication date | 2013-02-11 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Laika (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2316-4077 • E-ISSN: 2316-4077 |
| Publisher | Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2316-4077.v2i3p42-79 |
| OpenAlex | W4388219841 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
| References cited | 2 |
Quando o Technicolor foi visto pela primeira vez nos cinemas da Grã-Bretanha, ele foi recebido por uma onda de opiniões contraditórias, desde a queixa perplexa de que "com a tela em um ardente motim de cores é impossível se concentrar totalmente em qualquer indivíduo em particular" até a alegação de que "filmes em preto e branco em breve serão uma coisa do passado." Os modos do discurso contemporâneo a respeito da cor frequentemente abordavam o impacto das cores no público que, temia-se, poderia ser distraído por sua aparência espetacular no contexto do cinema narrativo. Para muitos diretores, diretores de fotografia e diretores de arte, contudo, a escolha da cor demonstrava o seu fascínio como registro simbólico, como uma ferramenta para apoiar a narrativa e como técnica expressiva. Este ensaio discute a chegada do Technicolor na Grã-Bretanha e o impacto que teve sobre as práticas vigentes, bem como sobre os regimes estéticos
| Unique citing works | 1 |
|---|---|
| Citations per year | 0,25 |
| Citation span | 2022 - 2022 (1) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 1 |