Química social e a meia-vida das Revoluções Moleculares
Bibliographic Data
| ID | 5778253 |
|---|---|
| Authors | Benito Eduardo Maeso (0000-0002-4850-0499, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 18 |
| Issue | 2 |
| Publication date | 2020-08-05 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cadernos PET-Filosofia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1517-5529 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/petfilo.v18i2.68041 |
| OpenAlex | W4390287788 |
| Language | PT |
A partir de uma leitura do conceito de revolução molecular, apresentado por Deleuze e Guattari, busca-se analisar de que forma este pode indicar uma maneira inovadora de enfrentamento das formas de opressão que caracterizam a contemporaneidade como também entender a duplicidade contida em seu interior e o risco de seu funcionamento como caminho para reconfigurações mais opressivas ainda por parte do sistema capitalista, descrito como uma forma de vida que ultrapassa a questão da propriedade dos meios de produção para imiscuir-se em todas as instâncias do tecido social. Se a rota da uma grande revolução, que porá fim aos problemas e criará uma nova realidade estaria bloqueada, o caminho seria o de pequenas revoluções permanentes, que vão produzindo novos fluxos de desejo e de ações, novas possibilidades de ser, de sentir, de pensar, de agir? Qual a eficácia de lutas ditas moleculares? A partir de que momento uma luta de libertação social tenderia a transformar-se em seu oposto? Os populismos modernos seriam tão moleculares quanto as lutas e o ativismo das minorias
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |