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Minervina

Representação de uma mulher negra marajoara em As Ruínas de Suruanã, de Sylvia Helena Tocantins

Bibliographic Data

ID5778318
AuthorsPaula Fernanda Pinheiro Souza (0000-0003-3728-9314, Geledés Instituto da Mulher Negra, corresponding author)
Year2022
Issue20
Pages159-159
Publication date2022-10-02
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Científica Gênero na Amazônia (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2238-8184 • E-ISSN: 2238-8184
PublisherUniversidade Federal do Para (PUBLISHER • BR)
DOI10.18542/rcga.v0i20.13340
OpenAlexW4366201611
LanguageEN

O texto tem como objetivo analisar as vivências femininas da personagem Minervina, mulher negra marajoara, do romance As Ruínas de Suruanã: Romance Marajoara (1987), da escritora paraense Sylvia Helena Tocantins. Para discorrer sobre mulheres racializadas, serão utilizadas as contribuições teóricas de intelectuais como: Oyèrónké Oy?wùmí (2021), Lélia Gonzalez (2020), Maria Lugones (2020) e outras. Desse modo, será dado destaque a Minervina, mulher negra vista apenas como uma "mulata" pelos homens que detinham poder na sociedade marajoara das grandes fazendas. Os coronéis, por meio do poder que possuíam, subalternizavam todas as mulheres, brancas e racializadas; sendo que a mulher racializada, indígena e negra, era duplamente oprimida. Nesse contexto social, Minervina se destaca em vários aspectos, como sua singularidade, resistência e saberes afro-indígenas

Academic Research in Diverse Fields · Rural and Ethnic Education · Urban Development and Societal Issues

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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