A Visão Do Mundo Vivido Ribeirinho Nas Obras De Charles Wagley
Bibliographic Data
| ID | 5794532 |
|---|---|
| Authors | Klondy Lúcia De Oliveira Agra (0000-0001-5194-3592, Faculdade São Lucas), Aristóteles De Almeida Silva (0000-0003-2555-0861, Universidade Federal de Rondônia) |
| Year | 2013 |
| Volume | 8 |
| Issue | 2 |
| Pages | 160-160 |
| Publication date | 2013-12-20 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Geografar (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1981-089X |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/geografar.v8i2.30638 |
| OpenAlex | W1975357635 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Os espaços de vivências ribeirinhas na Amazônia tem sido tema de pesquisas diversas. Neste artigo, através de pesquisa bibliográfica, analisamos como a pesquisa tem tratado esse tema. Com o objetivo principal de conhecer o homem e a mulher amazônicos, ou seja, conhecer e compreender como é representada a (s) identidade (s) cultural (ais) do povo ribeirinho da Amazônia sob olhares diversos. O presente artigo apresenta a visão do mundo vivido ribeirinho presente nas obras do antropólogo Charles Walter Wagley, um dos primeiros cientistas americanos a trabalhar nas chamadas "terras baixas" da América do Sul no Brasil, notadamente na Amazônia, tendo influenciado vários pensadores brasileiros como é o caso do antropólogo Eduardo Enéas Gustavo Galvão. Wagley deu importante contribuição à ciência por meio de várias obras, sendo que "Uma comunidade amazônica, um estudo do homem nos trópicos" é considerada como a mais importante e se tornou uma referência clássica não somente para a Antropologia, mas também para outras áreas do conhecimento relacionadas à sociedade e à humanidade. É importante destacar que a visão de mundo pelo olhar do outro em vários momentos da história humana é tido como "enviesado", o que carrega consigo a ideia de colonialismo - nesse caso acadêmico - sobre homens e mulheres que compartilham signos, significados, representações, experiências, vivências e modos de vida que se confrontam e consubstanciam-se como "encontro de sociedades", conforme descrito por Eduardo Galvão. O entender o homem e a mulher amazônicos em suas múltiplas representações (ribeirinhos, caboclos, beiradeiros, indígenas, extrativistas, entre outros) passam pela lógica de que a compreensão de suas temporalidades e territorialidades possui códigos distintos de apropriação, cujo sentido consiste na interpretação e vivências com o meio onde estabelecem relações sociais, mítico-religiosas e culturais
| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |