Negros (In)dóceis
A Produção Do Controle E Do Punir No(s) Corpo(s) Feminino(s) Negro(s) Que Habitam as Prisões
Bibliographic Data
| ID | 5795183 |
|---|---|
| Authors | Helen Rejane Silva Maciel Diogo (0000-0001-6893-8060), Tatiana De Mello Ribeiro |
| Year | 2022 |
| Volume | 1 |
| Issue | 1 |
| Pages | 203-217 |
| Publication date | 2022-09-15 |
| Open Access | No |
| Type | ARTICLE |
| Venue | D’GENERUS Revista de Estudos Feministas e de Gênero (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2764-9938 • E-ISSN: 2764-9938 |
| Publisher | Universidade Federal de Pelotas (PUBLISHER) |
| DOI | 10.15210/dg-revista.v1i1.2027 |
| OpenAlex | W4368251168 |
| Language | DE |
| References cited | 1 |
A escrita apresenta os movimentos de pesquisa acerca dos corpos que habitam as prisões, a partir de uma perspectiva teórico crítica desenvolvida pela autora Juliana Borges e pelo autor Michel Foucault. Trata-se de pesquisa de abordagem qualitativa na qual buscamos responder a seguinte questão: quais são os corpos, que habitam as prisões brasileiras? Nesse sentido, designamos os corpos negros como sujeitos (in)dóceis, submetidos as práticas de controle, de vigilância e de repressão, com intuito de abolir a sua representação simbólica e física, entendidas como princípios da colonialidade do poder, a qual se vale da observação e vigilância para 'educar' e enquadrar os corpos negros na norma. Além disso, problematizamos os altos índices de encarceramento das mulheres negras, principalmente como outro modo de aprisionamento que consolida cotidianamente o racismo e as práticas de opressão e violência contra as mulheres. Tendo assim, a sua liberdade inviabilizada e cerceada em prol de uma dinâmica colonial, a qual justifica a preferência por determinados corpos na posição de dominados, a partir de um sistema que age de modo a legitimar o poder disciplinar
Michel foucault · Gender, Sexuality, and Education · Race, Identity, and Education in Brazil
| Highly cited | No |
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