Utopia, feminismo e resignação em The left hand of darkness e The handmaid's tale
Bibliographic Data
| ID | 5801019 |
|---|---|
| Authors | Ana Rüsche (0000-0002-4052-7283, Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2015 |
| Publication date | 2015-04-07 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | THESIS |
| Publisher | Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/t.8.2015.tde-09092015-164853 |
| OpenAlex | W2230314780 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
| References cited | 40 |
n Os romances norte-americanos The left Hand of Darkness de Usula Le Guin (1969) e The Handmaids Tale de Margaret Atwood (1985) traduzem os anseios dos ideários políticos e feministas em seus momentos de publicação. As obras são consideradas, respectivamente, u m romance utópico do gênero ficção científica e um romance distópico que se tornou best seller. The left Hand of Darkness coloca, em fragmentos, a questão do planeta Gethen, que se vê diante de uma ginada histórica: ingressar ou não, figurando como uma nação periférica, no Ekumen, uma liga interplanetária. O planeta é habitado por seres ambissexuais e recebe a visita do Enviado, um homem, o incumbindo em trazer esta questão. The Handmaids Tale traz relatos da Aia Offred, residente de Gilead, nação que seria um fantasmagórico duplo dos Estados Unidos dos anos de 1980, onde se instituiu um governo teocrático, abolindo os direitos mais básicos de todas as mulheres, embora restem mantidas a propriedade privada e a produção capitalista. Offred é uma Aia, o seu útero é tutelado por este Estado e seus relatos foram reconstituídos por dois professores em um simpósio acadêmico no ano de 2195. No trabalho, discute-se a impossibilidade da configuração da utopia nos romances, observando-se as teorias feministas e estudos de gênero na segunda metade do século XX; as formas literárias dentro da noção do que seria o romance no pós - modernismo; a crítica da representação e suas funções ideológicas e a emergência de impulsos utópicos em produtos da cultura de massa, tendo em vista a medologia desenvolvida pela crítica materialista, com ênfase nas análises de Fredric Jameson na obra Archaeologies of the future: the desire called utopia and other science fictions.\n
Art · Art history · Astronomy · Darkness · Feminism · Literature · Physics · Sociology · Utopia · American Literature and Culture · Gender Studies · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy · Utopian, Dystopian, and Speculative Fiction
Prisoners of the American dream
Writing beyond the ending
The Dialogic Imagination
The geopolitical aesthetic
Marxism and literature
The cultural front
How We Became Posthuman
Culture and Anarchy and other writings
Making of the English Working Class
The end of ideology
Engendering Genre
Decoding Gender in Science Fiction
The Cambridge Companion to Margaret Atwood
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The Red Shoes
From Redistribution to Recognition? Dilemmas of Justice in a ‘Post-Socialist’ Age
Marxism and Literary Criticism
Metamorphoses of Science Fiction
Mothering Desire
The Feminist Novel of Androgynous Fantasy
An Interview with Darko Suvin
Wholeness and Balance in the Hainish Novels of Ursula K. Le Guin
Parables of De-Alienation
Public and Private Imperatives in Le Guin’s Novels
World-Reduction in Le Guin
The Nineteenth-Century Woman
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The global village
The ideologies of theory
Panorama do Rio Vermelho. Ensaios sobre o teatro americano moderno
Just a Backlash
Pornography, Men Possessing Women
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A sociologia da literatura de Lucien Goldmann
Como os corpos se tornam matéria
Contando estórias1 feministas
"Gloria Anzaldúa, a consciência mestiça e o "feminismo da diferença
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| Unique citing works | 1 |
|---|---|
| Citations per year | 0,25 |
| Citation span | 2022 - 2022 (1) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 1 |