A luta pela terra na cosmopolítica do movimento zapatista
Bibliographic Data
| ID | 5816441 |
|---|---|
| Authors | Ana Paula Morel (0000-0002-2165-595X, Universidade Federal Fluminense, corresponding author) |
| Year | 2019 |
| Volume | 1 |
| Issue | 1 |
| Pages | 49-71 |
| Publication date | 2019-05-24 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Estudos Libertários (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2675-0619 • E-ISSN: 2675-0619 |
| Publisher | Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PUBLISHER) |
| DOI | 10.59488/rel.v1i1.20812 |
| OpenAlex | W2950988728 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
O Exército Zapatista de Liberação Nacional (EZLN) e suas bases de apoio são formados predominantemente por indígenas falantes das línguas tzeltal, ch'ol, tzotzil e tojolabal que vivem em Chiapas, no México. O movimento é conhecido mundialmente por construir toda uma existência autônoma, o que passa pelos diferentes âmbitos de suas vidas. Neste artigo, pretendemos, a partir do trabalho de campo realizado na região, nos focar em um dos pilares fundamentais desta autonomia: a terra. A terra aparece como um dos principais impulsionadores do levante zapatista e está vinculada a toda uma trama de coordenadas cosmopolíticas que constituem a existência do movimento: é o fundamento do trabalho verdadeiro (amtel), dos deuses (yajval), do povo (lum), da própria noção de pessoa (bats'i vinik
| Highly cited | No |
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