A Esparta antiga entre ingleses, franceses e alemães
Lugar Social, Discursos E Representações Na Historiografia Contemporânea
Bibliographic Data
| ID | 5828031 |
|---|---|
| Authors | Luis Filipe Bantim De Assumpção (0000-0003-2031-9441, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 13 |
| Issue | 26 |
| Pages | 446-446 |
| Publication date | 2020-12-09 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Antíteses (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1984-3356 • E-ISSN: 1984-3356 |
| Publisher | Universidade Estadual de Londrina (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5433/1984-3356.2020v13n26p446 |
| OpenAlex | W3134753600 |
| Language | CA |
| References cited | 4 |
A História, enquanto ciência e disciplina, é um produto do lugar social de seus artífices - os historiadores. Nesse sentido, o conhecimento historiográfico deve ser concebido como um produto do trabalho acadêmico e profissional, o qual promove representações específicas dos mais variados objetos que servem de referencial para pensarmos o tempo pretérito, por meio de seu discurso. Dito isso, o presente artigo aborda a representação de Esparta no discurso de uma parcela de intelectuais franceses, ingleses e germânicos na contemporaneidade. Para tanto, discutimos a maneira como as práticas político-culturais espartanas foram apropriadas, em função do lugar social dos referidos intelectuais, com o intuito de legitimar a conduta política e o ideal de nação europeu, entre os séculos XIX e XX, sobretudo, pela apropriação das representações provenientes da Vida de Licurgo, do grego Plutarco
| Highly cited | No |
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