"Ver-te em "AmarElo
Ocupação Ressignificada De Territórios
Bibliographic Data
| ID | 5837792 |
|---|---|
| Authors | Roberta Maria Ferreira Alves (0000-0003-3187-7553, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 25 |
| Issue | 55 |
| Pages | 28-53 |
| Publication date | 2022-01-11 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Scripta (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1516-4039 • E-ISSN: 2358-3428 |
| Publisher | Pontificia Universidade Catolica de Minas Gerais (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5752/p.2358-3428.2021v25n55p28-53 |
| OpenAlex | W4210721974 |
| Language | EN |
| References cited | 1 |
Em fevereiro de 1922, nas instalações do Theatro Municipal de São Paulo, ocorreu a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno, em oposição à cultura e à arte de teor conservador. Noventa e sete anos depois, o mesmo palco, representante da elite artística paulistana, sofre uma ocupação ressignificada. Em noite histórica única, estabeleceram-se diálogos incomuns entre a Arte erudita e a Arte popular; entre o espaço da elite e a população da periferia. Em análise comparativa, estabelecemos aproximações e distanciamentos entre essas duas formas de apropriação de territórios. Aquela, pelos modernistas; essa, pelo rapper Emicida, com o lançamento do seu álbum "AmarElo". Nesse mesmo espaço, viu-se uma São Paulo, normalmente excludente, representada por pessoas representantes da diversidade, produzindo e consumindo uma arte nacional híbrida. Para embasarmos nossas ponderações, utilizamos os seguintes conceitos: hibridismo, com base em reflexões de Canclini (1990,1997); antropofagia, conforme o olhar de Oswald de Andrade (1924, 1928), e reciclagem, em conformidade com estudos de Klucinskas e Moser (2017
| Highly cited | No |
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