Tradições cartográficas e fixação de fronteiras na independência brasileira
Os mapas como um meio de delimitar o território
Bibliographic Data
| ID | 5838736 |
|---|---|
| Authors | Enali De Biaggi (0009-0001-7546-6230, corresponding author) |
| Year | 2015 |
| Volume | 4 |
| Issue | 4 |
| Publication date | 2015-02-13 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Terra Brasilis (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1519-1265 • E-ISSN: 2316-7793 |
| Publisher | OpenEdition (PUBLISHER) |
| DOI | 10.4000/terrabrasilis.1094 |
| OpenAlex | W1521020674 |
| Language | PT |
| Citations received | 3 |
| References cited | 4 |
No momento da independência, os documentos cartográficos reunidos no Brasil são mobilizados para reforçar o argumento tradicional "uti possedetis" de posse, para lidar com os vários litígios de fronteiras típicos das novas nações sul americanas. A indefinição de limites do país permanece ao longo de todo o século XIX, mas a diplomacia brasileira consegue progressivamente justificar a ocupação real das terras, fazendo um uso hábil dos mapas disponíveis. Os mapas do Império buscam dar uma imagem positiva do país, mostrando o caráter "civilizado" da nova nação. Realizados por civis e militares formados nas novas escolas brasileiras, estrangeiros e brasileiros se sucedem nas novas instituições responsáveis pela cartografia nacional. Sem meios de realizar um levantamento sistemático total do país, os novos mapas são frutos de extensas compilações e não fornecem detalhes sobre a distribuição e a gestão interna do imenso território brasileiro
| Citations per year | 0.33 |
|---|---|
| Citation span | 2017 - 2024 (8) |
| Highly cited | No |