Os "Nós" da Escrita Feminina
Dados Bibliográficos
| ID | 5852307 |
|---|---|
| Autores | Cristina Mielczarski Dos Santos, Ana Lúcia Liberato Tettamanzy (0000-0001-7811-2190) |
| Ano | 2023 |
| Volume | 18 |
| Fascículo | 36 |
| Páginas | e023012-e023012 |
| Data de publicação | 2023-12-22 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Boitatá (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1980-4504 • E-ISSN: 1980-4504 |
| Editora | Universidade Estadual de Londrina (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5433/boitata.2023v18.e49245 |
| OpenAlex | W4402802851 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 5 |
O objeto de reflexão neste espaço é a escrita de mulheres negras em diários e cartas, gêneros que se entrelaçam com narrativas autobiográficas. O corpus registrado indiretamente dialoga entre si: Gloria Anzaldúa com Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo (2000); Teresa Cárdenas com Cartas para a minha mãe (2016); Françoise Ega com Carta a uma negra (2021); Djamila Ribeiro com Carta para minha avó (2021) e Maya Angelou com Carta para minha filha (2019). O gênero diário, outra modalidade de narrativa íntima, é representado por Carolina Maria de Jesus com Quarto de despejo: diário de uma favelada (1960) e Diário de Bitita (1982). As vozes dessas mulheres ecoam no papel através dos textos -as cartas que se tornam diários; os diários que se transfiguram em autobiografias; os artigos que combinam cartas, diários, poemas; as cartas fictícias que compõem um romance; constituem, finalmente, o "nós" dos gêneros literários que juntos formam os "nós" das coletividades envolvidas
Gender, Sexuality, and Education · Literature, Culture, and Criticism · Race, Identity, and Education in Brazil
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |