Desenvolvimento sustentável e constitucionalismo decolonial
A Valorização Do Trabalho Da Natureza Como Fundamento Da Ordem Econômica
Bibliographic Data
| ID | 5857268 |
|---|---|
| Authors | Marcelo Barros Jobim (0000-0002-8757-8889, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 23 |
| Issue | 50 |
| Pages | 247-271 |
| Publication date | 2024-12-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cadernos PROLAM/USP (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1676-6288 • E-ISSN: 1676-6288 |
| Publisher | Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.1676-6288.prolam.2024.227495 |
| OpenAlex | W4407027505 |
| Language | ES |
O presente artigo visa identificar um novo fundamento, ainda que implícito, no artigo 170 da Constituição brasileira de 1988, referente aos fundamentos constitucionais da Ordem Econômica. Argumenta-se que se a valorização do trabalho humano, ao lado do fundamento na livre iniciativa, tem seu princípio correspondente no ideal de busca do pleno emprego (inciso VIII), deve o ideal de defesa do meio ambiente, enquanto princípio previsto no inciso VI, também ter o seu fundamento correspondente previsto no caput. A partir do pensamento decolonial, como método de análise voltado para a própria sistemática jurídica, sustenta-se que tal reconhecimento faria o Brasil acompanhar a evolução de outros Países da América Latina no sentido de um constitucionalismo que contemple a Natureza como sujeito de direito, a exemplo de países como Equador e Bolívia. Assim, sob a perspectiva do Constitucionalismo decolonial, aprimora-se o conceito de desenvolvimento sustentável para incluir a ideia de valorização do trabalho da Natureza
Humanities · Political science · Brazilian Legal Issues · Philosophy · Social and Political Issues
| Highly cited | No |
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