O marxismo não é um historicismo
Acertos E Limites De Uma Tese Althusseriana
Bibliographic Data
| ID | 5859645 |
|---|---|
| Authors | Mariana Veloso Martins (0000-0002-1132-6490, corresponding author) |
| Year | 2012 |
| Volume | 19 |
| Issue | 34 |
| Pages | 67-85 |
| Publication date | 2012-05-30 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Crítica Marxista (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2966-0165 • E-ISSN: 0104-9321 |
| Publisher | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - UNICAMP (PUBLISHER) |
| DOI | 10.53000/cma.v19i34.19296 |
| OpenAlex | W4403537312 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
O marxismo não é um historicismo", escreveu L. Althusser já nos anos 1960. Mesmo não sendo este um artigo focado apenas no filósofo francês, trazemos aqui seu mote para, a partir dele, fazer um movimento duplo. Num primeiro momento, discutiremos as efetivas insuficiências de uma abordagem apenas histórica para o entendimento da sociedade capitalista contemporânea. Porém, logo a seguir, sustentaremos que o puro rebaixamento teórico de uma análise histórica tampouco faz jus à complexidade do pensamento marxiano. Em síntese, nosso objetivo é tornar mais transparente o peculiar relacionamento entre estruturas sistemáticas e a história viva dos homens, relacionamento complexo, que não autoriza que se esvazie a importância de quaisquer de seus elementos constitutivos. Para tanto, será necessário o retorno a alguns aspectos nevrálgicos da argumentação do próprio Marx que, em nosso entendimento, ainda demandam análise
Philosophy · Political Economy and Marxism · Social and Economic Solidarity · Social and Political Issues
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |