Gramsci e a democracia nos cadernos do cárcere
A Crítica À Teoria Das Elites
Bibliographic Data
| ID | 5860033 |
|---|---|
| Authors | Luciana Aliaga (0000-0001-7842-715X, corresponding author) |
| Year | 2016 |
| Volume | 23 |
| Issue | 42 |
| Pages | 27-46 |
| Publication date | 2016-05-30 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Crítica Marxista (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2966-0165 • E-ISSN: 0104-9321 |
| Publisher | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - UNICAMP (PUBLISHER) |
| DOI | 10.53000/cma.v23i42.19156 |
| OpenAlex | W4403537791 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
O centro de interesse deste artigo está na problemática colocada inicialmente por G. Mosca e V. Pareto, primeiros sistematizadores da teoria das elites, sobre a crise parlamentar italiana na passagem do século XIX para o XX e na crítica que A. Gramsci faz a esses autores no contexto histórico do Risorgimento italiano. Ao inserir-se nessa discussão, Gramsci desenvolve uma importante análise sobre a revolução burguesa na Itália como um caso de revolução passiva, conceito que adquire grande relevância para o estudo da formação dos Estados capitalistas posterior à Revolução Francesa. A análise gramsciana desses processos traz à luz questões fundamentais, referentes aos limites e aos entraves que se apresentam para a concretização da democracia. Nesse sentido, o problema da divisão histórica entre dirigentes e dirigidos, no qual está envolvida tanto a questão da escassa participação política das massas populares quanto a crítica à democracia parlamentar na Itália, emerge como questão central desse debate
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |