Filosofia e psicanálise
Pontos de disjunçãoPhilosophy and psychoanalysis: disjunctive points
Bibliographic Data
| ID | 5863627 |
|---|---|
| Authors | Daniel Revah (0000-0002-1560-2691, Universidade Federal de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2010 |
| Volume | 11 |
| Pages | 17 |
| Publication date | 2010-04-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | ETD - Educação Temática Digital (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1676-2592 • E-ISSN: 1676-2592 |
| Publisher | Universidade Estadual de Campinas (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.20396/etd.v11iesp..897 |
| OpenAlex | W2277189107 |
| Language | PT |
Este artigo trata sobre as (im)possibilidades do diálogo entre a filosofia e a psicanálise, atentando para tanto em alguns pontos que separam esses dois campos. Em primeiro lugar, considera-se o que a filosofia recusou ao se constituir e se diferenciar de outros campos do discurso e do saber, nos seus primórdios, na Grécia Antiga. O que nessa discussão está em causa é a filosofia socrático-platônica e a sua diferença em face da perspectiva trágica, que é abordada no âmbito das crenças religiosas gregas e na obra dos poetas trágicos. No segundo item são recuperadas certas conceitualizações de Freud sobre o psiquismo, com o intuito de indicar a presença da perspectiva trágica em sua concepção de homem. Finaliza-se retomando algumas das razões que levaram Freud a criticar e se distanciar da filosofia, inclusive da vertente que acolhe a perspectiva trágica. As (im)possibilidades do diálogo entre a filosofia e a psicanálise são então apontadas, considerando-se sobretudo as relações que se estabelecem entre esses dois campos depois de Freud
Humanities · Psychoanalysis · Linguistics and Language Studies · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Philosophy · Psychology · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
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