A luta dos(as) Guarani e Kaiowá em Mato Grosso do Sul por Kunã Aranduhá
Bibliographic Data
| ID | 5876986 |
|---|---|
| Authors | Claudia Regina Nichnig (0000-0002-9689-8112, Universidade Federal da Grande Dourados), Paula Faustino Sampaio (0000-0002-3993-5060, Universidade Federal de Rondonópolis) |
| Year | 2020 |
| Volume | 22 |
| Issue | 39 |
| Pages | 212-224 |
| Publication date | 2020-04-06 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Fronteiras (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1517-9265 • E-ISSN: 2175-0742 |
| Publisher | Universidade Federal de Grande Dourados (PUBLISHER) |
| DOI | 10.30612/frh.v22i39.12579 |
| OpenAlex | W3081119035 |
| Language | PT |
Jaqueline Gonçalves Porto, Kunã Aranduhá na língua guarani, é uma jovem liderança Guarani e Kaiowá. À importância de ser uma liderança feminina combatente em tempos tão sisudos e violentos para os povos tradicionais do Brasil, soma-se o fato de Aranduhá se constituir uma das protagonistas e organizadoras da Grande Assembléia de Mulheres Indígenas Guarani Kaiowá, a Kunangue Aty Guassu, que acontece anualmente nas terras indígenas em Mato Grosso do Sul, acolhendo mulheres indígenas de diferentes tekohas para a discussão de agendas específicas das mulheres. Essa entrevista foi realizada em setembro de 2019, nas dependências da Universidade Federal da Grande Dourados, onde Jaqueline é uma liderança também entre os(as) estudantes indígenas. Ela formou-se recentemente em Ciências Sociais e iniciou recentemente o mestrado em Antropologia Social, na mesma instituição. Sobre as suas vivências, sua experiência de militância indígena e sobre os feminismos é que conversamos, principalmente buscando refletir de que forma a atuação de uma jovem liderança indígena e feminista provoca (ou não) mudanças na produção do conhecimento, nas práticas educacionais e nas relações entre estudantes indígenas e não indígenas. Buscando trazer provocações a partir dos estudos indígenas e da epistemologia feminista, faz críticas à ciência colonial androcêntrica. Nossa conversa explicitou a força e a vibração dessa militante Guarani Kaiowá, feminista e mãe, que tem muito o que nos ensinar com sua força e perseverança, principalmente com a humildade e o respeito que tem com seu povo, sobretudo em relação às mulheres de diferentes gerações. What do you want to do ?New mailCopy
Humanities · Political science · Indigenous Health and Education · Indigenous Studies in Latin America · Philosophy
| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |