O rap "exótico" na Itália contemporânea
Entre Direitos Negados E Nova Cidadania
Dados Bibliográficos
| ID | 5906396 |
|---|---|
| Autores | Luca Bussotti (0000-0002-1720-3571, Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, autor correspondente) |
| Ano | 2019 |
| Volume | 19 |
| Data de publicação | 2019-08-23 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Música Hodie (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1676-3939 • E-ISSN: 2317-6776 |
| Editora | Universidade Federal de Goias (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5216/mh.v19.53443 |
| OpenAlex | W2992738259 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 1 |
A entrada tardia da cultura hip-hop e da música rap na Itália não impediu o surgir deste género musical nos principais centros urbanos da península. Depois da Golden Age do rap italiano, nos anos Noventa, e uma subsequente crise, no início da década de Dois-mil novos rappers emergem. Entre eles, os ditos rappers "exóticos", de língua e cultura italianas, mas de origens geralmente africanas ou asiáticas. O artigo aqui apresentado procura analisar a contribuição que primeiro os rappers da rede G2, depois os rappers (e trappers) mais novos, como Laioung e Ghali, deram ao movimento rap italiano, focando no tipo do seu engajamento sociopolítico, com ênfase espacial nas questões da cidadania, da identidade nacional e do multiculturalismo
Art · Humanities · Migration, Ethnicity, and Economy · Music History and Culture
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |