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Feminismo Transcendente

As Práticas Vivenciais De Nossas Avós

Bibliographic Data

ID5913642
AuthorsSuzanna Dourado Da Silva (0000-0002-3084-9529), Sofia Carolina Alvarado Silva, Sandro Roberto De Santana Gomes (0000-0001-9673-1219), Laisse Andressa Nascimento Dos Santos (0000-0003-3307-5191), Ednair Rodrigues Do Nascimento (0000-0002-2119-4460), Jéssica Ribeiro Sousa (0009-0004-5497-2603), Maria Das Graças Silva Nascimento Silva (0000-0002-1758-4116)
Year2024
Volume29
Issue2
Pages1-21
Publication date2024-09-12
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenuePerspectiva geográfica (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0123-3769 • E-ISSN: 2500-8684
PublisherUniversidad Pedagogica y Tecnologica de Colombia (Hipertexto-Netizen) (PUBLISHER)
DOI10.19053/uptc.01233769.17069
OpenAlexW4404092744
LanguageEN

O presente artigo explora as práticas feministas legadas por nossas avós, por meio da transcendência, mesmo que no cotidiano a palavra não seja mencionada e/ou conhecida pelas sujeitas[1], mas que em sua essência está presente, pois é transmitida por meio de conselhos; narrativas; ditados populares; e experiências vividas, adquirindo uma natureza racional, e que foram apreendidas pelas pesquisadoras de maneira orgânica, incorporando-as à consciência como verdades absolutas em relação às ações e práticas feministas. No decorrer da pesquisa, foram explorados conceitos relacionados a transcendência e acesso interior, conforme abordados por autores como Husserl (2006) e Stein (2003). A investigação também se fundamentou nos estudos sobre memória coletiva e individual, com referências em Halbwachs (1990) e Bachelard (2008). Adicionalmente, a abordagem adentrou o campo da geografia feminista na Amazônia brasileira, utilizando as contribuições de autoras como Simonian (2001), Nascimento Silva (2000; 2004; 2011) e Dourado da Silva (2017; 2020). O método adotado é a fenomenologia, buscando compreender o fenômeno em si mesmo, seguindo a abordagem empática de Stein (2003). Os procedimentos metodológicos de pesquisa incluíram a análise bibliográfica, entrevistas e, sobretudo, os relatos de vida, tanto coletivos quanto individuais. Ao longo desse percurso, aprofundou-se a exploração das próprias experiências das entrevistadas, revelando a grande importância dessas vivências na formação de mulheres resilientes diante de um sistema patriarcal opressivo. [1] Utiliza-se o termo "sujeita" para referir-se a uma pessoa do gênero feminino que não tem seu nome enunciada, ou seja, permanece indeterminada

Political science · Gender, Sexuality, and Education · Social and Economic Solidarity

Highly citedNo

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