Experiência venezuelana em Roraima
Da agência comunitária em Ka Ubanoko ao confinamento da Operação Acolhida
Bibliographic Data
| ID | 5916775 |
|---|---|
| Authors | Sofia Cavalcanti Zanforlin (0000-0003-4030-1329, Universidade Federal de Pernambuco, corresponding author), Júlia Afonso Lyra (0000-0001-8493-3921, Universidade Federal do Rio de Janeiro), Ricardo Prestes Tavares (0009-0000-5205-4949), Raíra Pereira Tavares (Universidade Federal de Pernambuco) |
| Year | 2025 |
| Volume | 33 |
| Publication date | 2025-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | REMHU Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1980-8585 • E-ISSN: 2237-9843 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1980-85852503880003304 |
| OpenAlex | W4411095350 |
| SCIELO_PID | S1980-85852025000100602 |
| Language | PT |
| References cited | 5 |
Este artigo propõe compreender o embate entre duas formas de acolhimento vivenciadas por migrantes venezuelanos na cidade de Boa Vista (RR). De um lado, encontram-se os processos autônomos de gestão da vida, cujo ponto de partida é a ocupação Ka Ubanoko, e, do outro, as formas institucionalizadas de controle, manifestas na política de abrigamento da Operação Acolhida. Nossa hipótese é a de que a Operação tem atuado como dispositivo de desarticulação dos vínculos comunitários e das estratégias de participação cidadã construídas pelos venezuelanos. Identificamos que a resposta humanitária estabelece diferentes circuitos de mobilidade, voluntários ou não, e de espera, produzindo hierarquias e conflitos interétnicos, ao passo que os migrantes tentam resistir à precarização permanente firmando um compromisso com o bem comum
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |