Tudo o que se ajunta espalha
O duplo em "Conversa de bois", de Guimarães Rosa
Bibliographic Data
| ID | 5918055 |
|---|---|
| Authors | Roberto Rossi Menegotto (0000-0002-5297-1373, Universidade de Caxias do Sul), João Claudio Arendt (0000-0002-2587-2521, Universidade de Caxias do Sul) |
| Year | 2018 |
| Volume | 12 |
| Issue | 29 |
| Pages | 67-80 |
| Publication date | 2018-12-05 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Raído (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1982-629X • E-ISSN: 1984-4018 |
| Publisher | Universidade Federal de Grande Dourados (PUBLISHER) |
| DOI | 10.30612/raido.v12i29.7705 |
| OpenAlex | W2904635615 |
| Language | EN |
Em "Conversa de bois", oitavo conto de Sagarana, de Guimarães Rosa, percebe-se a ocorrência do fenômeno do duplo: uma instabilidade do Eu que acarreta no surgimento de uma representação corpórea com as características inversas de um personagem. O Outro de Tiãozinho surge, gradativamente, ao longo da narrativa, na figura dos bois que puxam a carroça de Agenor Soronho. O objetivo deste artigo é investigar como ocorre esse processo e analisar as etapas que culminam no duplo. O amparo bibliográfico buscado é oriundo dos Estudos Literários, com autores como Antonio Candido (1989), Jean Chevalier e Alain Gheerbrant (2017), Walnice Nogueira Galvão (2008), Ana Maria Lisboa de Mello (2000), Mônica Meyer (2008), Otto Rank (2013), David Roas (2014), Clément Rosset (1976) e Irene Gilberto Simões (1998
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Education Research · Literature, Culture, and Criticism
| Highly cited | No |
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