Tessituras Labiríntincas
"A Mise en Abyme E a Metalepse Como Ramificações Da Narrativa, Em "Bandersnatch', Episódio Da Série Black Mirror
Bibliographic Data
| ID | 5918172 |
|---|---|
| Authors | Alexandre Rodrigues Da Costa (0000-0001-6346-701X, Universidade do Estado de Minas Gerais, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 9 |
| Issue | 1 |
| Pages | 249-267 |
| Publication date | 2020-08-09 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Rebeca - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2316-9230 • E-ISSN: 2316-9230 |
| Publisher | REBECA - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (PUBLISHER) |
| DOI | 10.22475/rebeca.v9n1.537 |
| OpenAlex | W3048671937 |
| Language | CA |
| References cited | 3 |
Neste artigo, analisamos o episódio "Bandersnatch", da série de TV Black Mirror, criada por Charlie Brooker e produzida pelo canal de streaming Netflix, a partir dos conceitos de mise en abyme e metalepse, como possibilidade de criação de narrativas ramificadas e labirínticas. Dessa maneira, investigamos de que forma a permutação permite a "Bandersnatch" interagir com o telespectador e, baseando-nos na fragmentação que decorre desse processo, relacionamos a mise en abyme e a metalepse ao conceito de imagem-tempo, de Gilles Deleuze, e aos conceitos de Cronos e Aion, que ele explora a partir dos textos estoicos. Além disso, estabelecemos comparações entre "Bandersnatch" e os filmes A origem, de Christopher Nolan, Os olhos da cidade são meus, de Bigas Luna, e Eu te amo, eu te amo, de Alain Resnais, com o objetivo de perceber como a mise en abyme e a metalepse dilaceram a progressão e a linearidade, ao fazerem com que a repetição e a circularidade colapsem a narrativa e a ofereçam como um jogo de realidades instáveis
| Highly cited | No |
|---|